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Lição 14

Physical Pleasures

Ora, quanto aos prazeres corporais, é preciso atentar nos que dizem que certos prazeres são muito preferíveis, a saber, os bons, mas não os corporais e aqueles em torno dos quais alguém é intemperante. [1516]

Por que, então, as tristezas contrárias são más? Pois ao mal é contrário o bem. [1517]

Ou são bons assim, como necessários, porque também o que não é mau é bom. Ou são bons até certo ponto. Pois dos hábitos e dos movimentos, sejam quantos forem, não há superabundância do melhor, nem do prazer; mas daqueles em que há, há também do prazer. Ora, dos bens corporais há superabundância, e o depravado é depravado por perseguir a superabundância; mas não os necessários, pois todos se comprazem de algum modo com os alimentos, com o vinho e com os prazeres sexuais, mas não como se deve. Ao contrário, porém, na tristeza: pois não foge da superabundância, mas totalmente. Pois a tristeza não é contrária à superabundância, mas a quem persegue a superabundância. [1518]

Ora, porque não somente é preciso dizer o verdadeiro, mas também a causa do falso, pois isto contribui para a persuasão; pois quando aparece razoável por que o que não é verdadeiro parece verdadeiro, isto faz crer mais no verdadeiro. Por isso é preciso dizer por que os prazeres corporais parecem mais preferíveis. [1522]

Primeiramente, com efeito, porque expele a tristeza; e por causa das superabundâncias, existindo a tristeza como que uma doença, perseguem o prazer superabundante e totalmente corporal. Ora, tornam-se veementes os que são remédios; por isso também são buscados por parecerem tais em comparação com o contrário. [1523]

E o prazer parece não ser bom por estas duas coisas, como se disse. Porque estes são operações de natureza depravada, ou desde o nascimento, como as das bestas, ou por causa do costume, como os dos homens depravados. Ora, aqueles são remédios, porque próprios de quem está em falta; e possuir é melhor do que vir a ser, mas estes advêm àqueles que estão sendo aperfeiçoados; portanto, são bons por acidente. [1525]

Além disso, são perseguidos por serem veementes por aqueles que não podem comprazer-se com outros. Portanto, eles preparam para si próprios uma certa sede. Ora, quando são inócuos, não é repreensível; quando, porém, são nocivos, é depravado, visto que não têm outros com que se comprazam. [1528]

E, com efeito, para muitos há tristeza por causa da natureza. Pois o animal sempre trabalha, como também os discursos naturais testemunham, dizendo que ver e ouvir é triste, mas já nos acostumamos, como afirmam. [1529]

De modo semelhante, na juventude, por causa do crescimento, dispõem-se como os embriagados, e a juventude é deleitável. [1531]

Ora, os melancólicos, segundo a natureza, sempre precisam de remédio; pois também o corpo, padecendo corrosão, persiste por causa da compleição e sempre estão em apetite veemente. Ora, o prazer expele a tristeza, tanto a contrária quanto a que se apresenta, se for forte. E por causa disto tornam-se intemperantes e depravados. [1532]

Ora, os prazeres que são sem tristeza não têm superabundância. Estes são os deleitáveis por natureza e não por acidente. Chamo de deleitáveis por acidente os que curam; pois, porque acontece que quem sara suporta, agindo em algo aquilo que está são, por isso parece ser deleitável. Deleitáveis por natureza, porém, são os que fazem a operação de alguma natureza tal. [1533]

Ora, nem sempre nenhum deleitável é o mesmo, por não ser simples a nossa natureza, mas por haver algo e outro segundo o qual somos corruptíveis. Por isso, o que um faz é contra a natureza para a outra natureza. Quando, porém, se aproxima, não parece nem triste nem deleitável. [1534]

Por isso, se a natureza disto for simples, sempre a mesma ação será a mais deleitável. Por causa disso, Deus sempre se compraz com um único e simples prazer. Pois a operação não é somente movimento, mas também da imobilidade. E o prazer está mais no repouso do que no movimento. [1535]

Ora, a mudança de todas as coisas é a mais doce, segundo o poeta, por causa de certa malícia. Pois, assim como é facilmente mutável o homem que é mau, também a natureza que precisa de mudança: pois não é simples nem virtuosa. Portanto, sobre a continência e a incontinência, e sobre o prazer e a tristeza, já se disse, e o que cada uma é e de que modo umas destas são um bem e outras são um mal. Agora, porém, falaremos também da amizade. [1536]

1516. Ora, quanto aos prazeres corporais etc. Depois que o Filósofo determinou acerca do prazer e da tristeza em geral, aqui determina especialmente acerca dos prazeres corporais em torno dos quais se dá a continência e a incontinência.

E acerca disto faz três coisas:

primeiro, propõe o intento;

segundo, suscita uma dúvida, em: por que, então etc.;

terceiro, atribui a causa de certas coisas que acontecem acerca dos prazeres, em: ora, nem sempre etc.

Diz, portanto, primeiro que, depois daquilo que se disse acerca do prazer em comum, é preciso que atentemos nos prazeres corporais, para dizer que certos prazeres são muito preferíveis, a saber, aqueles que são naturalmente bons, mas os prazeres corporais, em torno dos quais alguém se torna intemperante, não são tais.

1517. Em seguida, quando diz: por que, então etc., suscita uma dúvida contra o que foi dito.

E primeiro propõe a dúvida;

segundo, resolve-a, em: ou são bons assim etc.;

terceiro, atribui a causa do que foi dito, em: ora, porque não somente é preciso etc.

Ora, quanto ao primeiro, deve-se considerar que o Filósofo, acima, para provar que o prazer é um bem, tomou um argumento a partir da malícia da tristeza; e porque então dissera que os prazeres corporais não são bons, retoma o mesmo meio termo para a objeção. Pois, se ao mal é contrário o bem, permanece a dúvida, a partir do fato de que os prazeres corporais são ditos não bons, por que as tristezas contrárias são más.

1518. Em seguida, quando diz: ou são bons assim etc., resolve a objeção de duas maneiras.

Pois primeiro diz que os prazeres corporais são de algum modo bons, na medida em que são necessários para repelir as tristezas contrárias, porque também deste modo tudo aquilo que não é mau em sua natureza pode ser dito bom.

1519. Põe a segunda solução em: ou são bons até certo ponto etc. E diz que os prazeres corporais são certamente bons, não, porém, absolutamente, mas até isto, isto é, até certo limite. E atribui a razão disto: pois, visto que todo prazer segue algum hábito e movimento ou operação,

é preciso que, se dos hábitos e movimentos ou operações não pode haver superabundância do melhor, isto é, um excesso além do bem, tampouco possa haver excesso do prazer consequente; assim como daquela operação que é a contemplação da verdade não pode haver excesso do melhor, porque quanto mais alguém contempla a verdade, tanto melhor é, donde também o prazer consequente é bom absolutamente e não somente até certa medida; mas, se dos hábitos e movimentos ou operações houver excesso do melhor, assim também se dará acerca do prazer consequente. Ora, é manifesto que acerca dos bens corporais pode haver superabundância do melhor.

1520. E sinal disto é que alguém é dito depravado por buscar a superabundância destes bens, ainda que a ninguém prejudique; não, porém, pelo próprio fato de buscar os bens corporais e deleitar-se neles é depravado, porque todos os homens de algum modo se comprazem com o alimento, com o vinho e com os prazeres sexuais, mas alguns são censurados por se comprazerem neles não como se deve; donde fica patente que o prazer corporal é bom até certa medida, mas a sua superabundância é má.

1521. Ao contrário, porém, dá-se na tristeza, porque o virtuoso foge não somente da sua superabundância, mas totalmente de toda tristeza. Pois a tristeza não é contrária à superabundância do prazer corporal, porque então alguém não se entristeceria senão pelo máximo afastamento da superabundância dos prazeres, tristeza esta que não seria muito censurável, mas de algum modo suportável; mas antes a tristeza está inerente àquele que persegue a superabundância dos prazeres, pois disto acontece que ele se entristece por uma pequena falta de deleitáveis. E daí é que, assim como a superabundância dos prazeres corporais é má, assim também a tristeza.

1522. Em seguida, quando diz: ora, porque etc., atribui a razão do que foi dito.

E primeiro diz sobre o que é a intenção;

segundo, executa o proposto, em: primeiramente, com efeito etc.

Diz, portanto, primeiro que não somente é preciso dizer a solução da objeção, mas atribuir a causa da falsidade que havia na objeção, pois isto muito contribui para que se dê crédito à verdade; pois, quando aparece a razão pela qual parece ser verdadeiro aquilo que não é verdadeiro, isto faz crer mais na verdade. E por isso é preciso dizer por que os prazeres corporais parecem a muitos ser mais preferíveis do que outros prazeres, embora contudo aqueles sejam bons absolutamente, mas os corporais somente até certa medida.

1523. Em seguida, quando diz: primeiramente, portanto etc., executa o proposto.

E primeiro atribui a razão pela qual os prazeres corporais parecem mais apetecíveis;

segundo, atribui a razão pela qual os outros são mais apetecíveis segundo a verdade da coisa, em: ora, os que são sem tristeza etc.

Acerca do primeiro, atribui duas razões,

das quais a segunda é posta em: além disso, são perseguidos etc.

Acerca do primeiro faz duas coisas:

primeiro, atribui a razão pela qual os prazeres corporais parecem mais apetecíveis;

segundo, atribui a razão pela qual os prazeres não parecem bons universalmente, em: e o prazer parece não ser bom etc.

Diz, portanto, primeiro que a primeira razão pela qual os prazeres corporais parecem ser mais preferíveis é que expelem a tristeza; e porque o prazer corporal, por causa da sua superabundância, é remédio contra a tristeza (pois a tristeza não é removida por qualquer prazer, mas por um veemente), daí é que os homens buscam o prazer superabundante e corporal, ao qual a tristeza é contrária; mas ao prazer intelectual, por exemplo o que está no considerar, não é contrária alguma tristeza, porque não está no vir a ser, mas no ser já realizado, como se disse acima.

1524. Ora, pelo próprio fato de que os prazeres corporais são remédios contra as tristezas, parecem ser veementes, porque são medidos não somente por sua natureza, mas também pelo contrário que expelem; e daí é que são muito buscados, por isto que aparecem mais quando postos ao lado do seu contrário, assim como o prazer da bebida aparece mais se estiver presente a sede. E por isso aqueles que buscam o prazer da bebida preparam para si a sede comendo coisas salgadas, para que se deleitem mais na bebida.

1525. Em seguida, quando diz: e o prazer parece não ser bom etc., atribui a razão pela qual os prazeres não parecem bons universalmente. E diz que, por causa dos prazeres corporais, como também se disse acima, pareceu a alguns que o prazer não fosse algum bem; pois nos prazeres corporais encontram-se duas coisas. Pois certos deles são naturalmente depravados, como consequentes a operações depravadas; os quais são apetecíveis a alguns desde o próprio nascimento, como às bestas e aos homens bestiais, mas a alguns são apetecíveis por causa do costume, como os prazeres dos homens depravados. Ora, certos prazeres corporais são remédios contra algum defeito,

1526. e sinal disto é que não pertencem senão a quem está em falta, pois alguém não se deleita com o alimento de que não precisa, e assim o prazer do alimento é remédio contra a tristeza da fome; e é manifesto que é melhor que alguém já esteja aperfeiçoado do que esteja vindo a ser, ora, tais prazeres, que dizemos ser medicinais, advêm àqueles que estão sendo aperfeiçoados, mas não àqueles que já são perfeitos, pois são causados pelo fato de que, por meio daquilo que se toma, é removida a indigência da natureza; assim, portanto, fica patente que não são bons por si, mas por acidente, na medida em que são necessários para algo.

1527. E essas duas razões já tocou acima nas duas soluções: pois aquelas delícias que resultam de operações perversas excedem a medida devida. Portanto, como as delícias corporais não são boas por si mesmas, embora pareçam mais apetecíveis, alguns julgaram que universalmente as delícias não são boas.

1528. Em seguida, quando diz: além disso, perseguem etc., apresenta a segunda razão.

E a respeito disso faz duas coisas:

primeiro apresenta a razão;

segundo esclarece algo que havia pressuposto, ali: com efeito, para muitos etc.

Diz, pois, primeiro que, como as delícias corporais são veementes, são buscadas por aqueles que não podem gozar de outras delícias, isto é, pelos homens que aderem somente às coisas sensíveis e não percebem as delícias intelectuais. E daí vem que tais homens preparam para si mesmos uma espécie de sede de tais delícias, enquanto espontaneamente se incitam ao desejo delas, como se disse daqueles que comem coisas salgadas para desejarem a bebida. E por isso, como os homens mencionados não têm outras coisas deleitáveis nas quais se recreiem, não é repreensível que tomem as delícias corporais, contanto que tais delícias não prejudiquem nem a eles nem a outros; mas, se forem nocivas, isso é perverso e repreensível, como é evidente na delícia do adultério ou de um alimento nocivo.

1529. Em seguida, quando diz: com efeito, para muitos etc., indica a razão de algo que havia pressuposto, a saber, que todos os homens necessitam de alguma delícia para se recrearem.

E primeiro indica tal razão de modo comum quanto a todos;

segundo quanto aos jovens, ali: semelhantemente, porém etc.;

terceiro quanto aos melancólicos, ali: os melancólicos, porém etc.

Diz, pois, primeiro que por isso não é repreensível que alguns usem das delícias corporais quando não têm outras, porque delas necessitam como de um remédio contra as tristezas; pois em muitas coisas a tristeza sobrevém aos homens por causa dos movimentos e operações naturais. Com efeito, o animal desperto está sempre em esforço, e o esforço é causador de tristeza, como testemunham os discursos dos naturalistas,

1530. os quais dizem que ver e ouvir produzem tristeza enquanto são laboriosos; por causa disso, o animal necessita do repouso do sono, como se diz no livro Do sono e da vigília; mas não percebemos tal tristeza porque já estamos acostumados a padecê-la continuamente. Todavia, ver e ouvir, ainda que tenham esforço e tristeza natural da parte dos órgãos corporais, têm contudo delícia animal por razão do conhecimento das coisas sensíveis.

1531. Em seguida, quando diz: semelhantemente, porém etc., indica a razão pela qual os jovens necessitam ao máximo de delícia. E diz que nos jovens, por causa do crescimento, há muitas comoções dos espíritos e dos humores, como também acontece aos embriagados, e por isso, por causa de tal esforço, a juventude busca ao máximo a delícia.

1532. Em seguida, quando diz: os melancólicos, porém etc., indica a razão da parte dos melancólicos. E diz que os melancólicos, segundo a disposição natural, sempre necessitam de um remédio contra as tristezas, porque o seu corpo padece uma certa corrosão por causa da secura da complexão, e por isso têm um apetite veemente de delícia pela qual tal tristeza seja repelida. Com efeito, a delícia expele a tristeza, não só a contrária, por exemplo a delícia do alimento expele a tristeza da fome, mas, se a delícia for forte, expele qualquer outra tristeza, porque é contrária a todas as tristezas segundo o gênero, embora não segundo a espécie. E porque os melancólicos apetecem veementemente as delícias, daí vem que na maioria das vezes se tornam intemperantes e perversos.

1533. Em seguida, quando diz: as que, porém, sem tristeza etc., indica a razão pela qual as delícias intelectuais são, segundo a verdade da coisa, melhores. E diz que, como tais delícias não têm uma tristeza contrária que expulsem, daí vem que não têm superabundância pela qual se tornem viciosas. Com efeito, tais delícias versam sobre aquelas coisas que são deleitáveis segundo a sua natureza e não por acidente.

E expõe estas duas coisas.

Primeiro, o que seja deleitável por acidente. E diz que são deleitáveis por acidente aquelas coisas que deleitam enquanto são medicinais; pois, como, enquanto alguém padece uma cura, acontece que algo saudável ali opere, por causa disso a operação parece ser deleitável; e daí vem que, quando tais coisas deleitáveis são buscadas além da necessidade do remédio, são delícias desordenadas.

Em seguida, expõe que são deleitáveis segundo a natureza aquelas coisas que produzem a operação de tal natureza; pois a cada natureza é deleitável a operação própria, uma vez que é a sua perfeição, e por isso ao homem é deleitável a operação da razão.

1534. Em seguida, quando diz: nem sempre, porém etc., indica a razão de duas coisas que acontecem a respeito das delícias humanas.

Uma delas é que nada é sempre deleitável ao homem de modo idêntico. E diz que a razão disso é que a nossa natureza não é simples, mas composta de muitas coisas e transmutável de uma coisa em outra, enquanto está sujeita à corrupção. E por isso, se o homem, segundo alguma disposição sua, faz alguma ação para ele deleitável, essa delícia é preternatural ao homem segundo outra disposição sua; assim como contemplar é natural ao homem por razão do intelecto, mas é preternatural ao homem por razão dos órgãos da imaginação, que se esforçam ao contemplar, e por isso a contemplação nem sempre é deleitável ao homem; e é semelhante quanto à tomada do alimento, que é natural ao corpo que necessita, mas preternatural ao corpo já saciado. Ora, quando o homem se aproxima da disposição contrária, então aquilo que antes era deleitável segundo a disposição precedente já não parece triste, porque a disposição contrária ainda não sobreveio totalmente, nem parece deleitável, porque a outra disposição já quase se retirou.

1535. E disto conclui um certo corolário, ali: por isso, se de tal etc. E diz que, se a natureza de alguma coisa que deleita fosse simples e imutável, sempre a mesma ação lhe seria deleitabilíssima; por exemplo, se o homem fosse somente intelecto, sempre se deleitaria em contemplar. E daí vem que, como Deus é simples e imutável, sempre goza de uma única e simples delícia, a saber, a que tem na contemplação de si mesmo. Pois não há operação que cause delícia consistindo somente no movimento, mas também na imobilidade, como é evidente na operação do intelecto. E aquela delícia que é sem movimento é maior do que a que é no movimento, porque a que é no movimento está no vir-a-ser, ao passo que a que é no repouso está no ser perfeito, como é evidente pelo que foi dito acima.

1536. Em seguida, quando diz a mudança, porém etc., indica a causa da segunda coisa que acontece a respeito das delícias, a saber, que a mudança, segundo o dito de um certo poeta, é sumamente deleitável aos homens. E diz que isso acontece por causa de uma certa malícia, isto é, defeito da natureza, que não pode sempre permanecer na mesma disposição. Pois, assim como é próprio do homem mau ser facilmente transmutado e não ter a mente fixa em uma só coisa, assim é da natureza que necessita de mudança, porque não é simples nem perfeitamente boa; com efeito, o movimento é ato do imperfeito, como se diz no terceiro livro da Física.

1537. Por fim, concluindo em epílogo, afirma que neste sétimo livro se tratou da continência e da incontinência, da delícia e da tristeza, do que cada uma dessas coisas é e como sejam boas ou más. Donde já se deve falar da amizade. E assim termina a exposição do sétimo livro.