Comentário à Ética a Nicômaco de Aristóteles
Livro 1
O Bem do Homem
Lição 1: Matéria e Finalidade da Filosofia Moral
Toda arte e todo ensino, e igualmente todo ato e toda escolha, parecem tender a algum bem. [8] ...
Lição 2: O Fim Supremo dos Assuntos Humanos
Se, portanto, há algum fim das coisas realizáveis que queremos por si mesmo, e as outras por ca...
Lição 3: Qualidades do Aluno e do Mestre
Ora, será dito de modo suficiente se for exposto conforme a matéria que lhe está subjacente. Po...
Lição 4: Opiniões acerca da Felicidade
Digamos, então, retomando, uma vez que todo conhecimento e escolha deseja algum bem, o que é aq...
Lição 5: Exame das Opiniões Correntes
Digamos, porém, de onde partimos. Pois não sem razão parecem julgar o bem e a felicidade a part...
Lição 6: A Felicidade e o Bem Separado
Quanto ao universal, porém, talvez seja melhor examinar e indagar de que modo se diz. [74] Ain...
Lição 7: Um Bem Absoluto
Alguém, porém, sem dúvida perguntará que querem dizer por 'em si mesmo' cada coisa, se tanto no...
Lição 8: A Felicidade Não Deve Ser Buscada no Bem Separado
Mas talvez estas coisas se devam deixar agora. Pois determiná-las com certeza será mais próprio...
Lição 9: A Natureza da Felicidade
Voltemos, pois, novamente ao bem procurado, para saber o que ele seja. Com efeito, parece ser d...
Lição 10: A Definição da Felicidade
Mas talvez pareça algo consentido dizer que a felicidade é o que há de melhor. Deseja-se, porém...
Lição 11: A Tarefa que Temos Diante de Nós
Fique, pois, assim delineado o bem. Pois é preciso, talvez, dizer primeiro em esboço, e depois ...
Lição 12: Confirmação da Definição
Portanto, deve-se examinar acerca dele não somente a partir da conclusão e daquilo de que parte...
Lição 13: Alguns Situam a Felicidade na Virtude com Prazer; Outros Dizem que os Bens Externos São Necessários para a Felicidade
A vida deles também é, por si mesma, deleitável. [154] Deleitar-se é próprio dos animais, e pa...
Lição 14: A Causa da Felicidade
Donde também se pergunta se é algo que se pode aprender, ou adquirir por costume, ou de outro m...
Lição 15: Um Problema sobre a Felicidade
Ora, muitas transformações acontecem e todo tipo de fortunas ao longo da vida, e sucede que o m...
Lição 16: A Felicidade e as Mudanças de Fortuna
Ora, seguir as fortunas de modo algum é correto; pois não é nelas que está o bem ou o mal, mas ...
Lição 17: A Sorte dos Amigos e a Felicidade dos Mortos
Ora, dizer que as fortunas dos descendentes e de todos os amigos de modo algum influem, parecer...
Lição 18: A Felicidade, um Bem Digno de Honra
Determinadas, porém, estas coisas, examinemos acerca da felicidade se é das coisas louváveis ou...
Lição 19: A Felicidade e a Virtude
Se, porém, a felicidade é certa operação segundo a virtude perfeita, deve-se investigar sobre a...
Lição 20: Subdivisões da Alma Irracional
Ora, uma parte do irracional assemelha-se ao comum e vegetativo, digo a causa daquilo que é nut...
Livro 2
A Virtude Moral em Geral
Lição 1: A Virtude Moral é Causada pelo Hábito
Sendo dupla a virtude, uma intelectual e outra moral, a que é intelectual tem, em grande parte,...
Lição 2: A Virtude e a Ação
Portanto, visto que o presente estudo não é em vista da contemplação, como os outros, pois não ...
Lição 3: Sinais da Virtude
Ora, deve-se tomar como sinal dos hábitos o prazer ou a tristeza que sobrevém às obras. Pois aq...
Lição 4: Comparação entre a Virtude e a Arte
Alguém, porém, poderá com razão perguntar como dizemos que é preciso que, operando coisas justa...
Lição 5: A Definição da Virtude
Depois disso, porém, deve-se examinar o que é a virtude. Uma vez, pois, que as coisas que se dã...
Lição 6: A Virtude é uma Espécie de Hábito
Ora, é preciso não apenas dizer assim que é hábito, mas também que espécie de hábito. [306] De...
Lição 7: Conclusão da Definição
Ademais, pecar dá-se de muitos modos, pois o mal pertence ao infinito, como julgaram os pitagór...
Lição 8: Explicação Detalhada da Definição
Ora, é preciso não apenas falar universalmente, mas também adaptar a doutrina àquilo que é segu...
Lição 9: Virtudes Relativas às Honras
Quanto à honra e à desonra, o meio-termo é a magnanimidade, o excesso é uma certa disposição ch...
Lição 10: A Oposição entre as Virtudes e os Vícios
Havendo três disposições, duas delas vícios, uma segundo o excesso, outra segundo o defeito, e ...
Lição 11: Modos de se Tornar Virtuoso
Que a virtude moral é um meio-termo, e de que modo, e que é um meio-termo entre dois vícios, um...
Livro 3
O Voluntário, a Fortaleza e a Temperança
Lição 1: A Ação Voluntária e Involuntária
Estando, pois, a virtude relacionada tanto com as paixões quanto com as operações, e feitos os ...
Lição 2: Definição da Ação Violenta
Ora, em tais operações às vezes até são louvados, quando suportam algo torpe ou triste por gran...
Lição 3: O Involuntário Resultante da Ignorância
Ora, aquilo que se faz por ignorância é sempre não voluntário; mas é involuntário aquilo que é ...
Lição 4: Definição do Voluntário
Ora, sendo o involuntário aquilo que se faz por força e por ignorância, o voluntário parecerá s...
Lição 5: Choice
Determinados o voluntário e o involuntário, segue-se passar à escolha. Pois ela parece ser sobr...
Lição 6: A Escolha e a Opinião
Tampouco será opinião. Pois a opinião parece versar sobre todas as coisas e não menos sobre as ...
Lição 7: A Deliberação
Deliberam os homens acerca de todas as coisas, de modo que tudo seja deliberável, ou há certas ...
Lição 8: Método e Ordem da Deliberação
Não deliberamos, porém, sobre os fins, mas sobre aquelas coisas que se ordenam aos fins. Pois n...
Lição 9: Uma Comparação entre a Deliberação e a Escolha
Ora, o objeto da deliberação e o objeto da escolha são o mesmo, todavia o objeto da escolha já ...
Lição 10: O Objeto da Vontade
Ora, quanto ao querer, já foi dito que é acerca do fim. [488] Parece, porém, a uns que ele é d...
Lição 11: A Virtude e o Vício Dependem de Nós
Sendo, pois, o objeto da vontade o fim, e sendo objeto de deliberação e de escolha aquilo que é...
Lição 12: Refutação da Opinião de que Ninguém É Voluntariamente Mau
Mas talvez alguém seja tal que não seja diligente. [507] Mas eles próprios são causa de se tor...
Lição 13: Refutação da Opinião de que Não Temos uma Faculdade Cognoscitiva do Bem
Se, porém, alguém disser que todos desejam o bem aparente, mas não são senhores da imaginação, ...
Lição 14: A Fortaleza
Que a fortaleza, portanto, é meio-termo acerca dos temores e das audácias, já antes foi dito. [...
Lição 15: O Ato da Fortaleza
Ora, o terrível não é o mesmo em todas as coisas. Mas dizemos que algo é também acima do homem;...
Lição 16: Atos de Fortaleza Cívica e Militar
Dizem-se também outras conforme cinco modos. O primeiro é a política, pois é ela que mais se as...
Lição 17: A Fortaleza Aparente
E também confundem o furor com a fortaleza. Com efeito, parecem corajosos também os que agem po...
Lição 18: As Propriedades da Fortaleza
Embora a coragem se ocupe das audácias e dos temores, não se ocupa de ambos do mesmo modo, mas ...
Lição 19: Temperança
Depois disto, falemos da temperança. Com efeito, estas parecem ser virtudes das partes irracion...
Lição 20: A Temperança em Relação ao Tato e ao Paladar
Parecem, na verdade, usar do gosto pouco ou nada; pois o gosto é o julgamento dos sabores, o qu...
Lição 21: Como as Tristezas, os Prazeres e os Desejos Afetam o Homem Temperante
Ora, em relação às tristezas, não se diz temperante por suportá-las, como na fortaleza, nem int...
Lição 22: A Intemperança Comparada à Covardia e às Faltas das Crianças
Ora, a intemperança assemelha-se mais ao voluntário do que o temor. Pois esta é por causa do pr...
Livro 4
Outras Virtudes Morais
Lição 1: A Liberalidade
Falemos, a seguir, da liberalidade. [649] Com efeito, ela parece ser uma mediania a respeito d...
Lição 2: O Ato da Liberalidade
Ora, as operações que são segundo a virtude são boas e por causa do bem. E, portanto, o liberal...
Lição 3: A Prodigalidade
Ora, quem superabunda é pródigo. Por isso não chamamos pródigos os tiranos; pois, pela grande q...
Lição 4: A Gravidade da Prodigalidade
As coisas, portanto, que são da prodigalidade não se acrescentam muito; pois não é fácil, a que...
Lição 5: A Incurabilidade da Iliberalidade
Ora, a avareza é incurável. Com efeito, a velhice e toda impotência parecem tornar os homens av...
Lição 6: A Magnificência
Ora, parecerá conveniente passar também à magnificência. Com efeito, ela mesma parece ser certa...
Lição 7: Os Objetos da Magnificência
Ora, é próprio dos gastos aquilo que dizemos honroso. Por exemplo, a respeito dos deuses, ofere...
Lição 8: A Magnanimidade
A magnanimidade, por seu próprio nome, parece referir-se a coisas grandes. Devemos primeiro apr...
Lição 9: Os Atos da Magnanimidade
Portanto, é sobretudo a respeito das honras e das desonras que o magnânimo se ocupa. [750] E d...
Lição 10: As Propriedades da Magnanimidade
O magnânimo não corre riscos por poucas coisas nem é amante do perigo, porque valoriza poucas c...
Lição 11: Vícios Opostos à Magnanimidade
O que falha por defeito, porém, é o pusilânime, e o que superabunda é o vaidoso. Nem estes, con...
Lição 12: A Virtude Relativa às Honras Ordinárias
Parece, porém, haver também acerca disto certa virtude, como foi dito nos primeiros capítulos, ...
Lição 13: A Mansidão e os Vícios que Lhe São Opostos
A mansidão é, na verdade, uma mediania a respeito das iras; mas, sendo inominado o meio, e quas...
Lição 14: A Amabilidade
Nas conversações, no conviver, nos discursos e no comunicar-se nas coisas, alguns de fato parec...
Lição 15: A Veracidade
Ora, a respeito quase das mesmas coisas está também a mediania da jactância; ela mesma, porém, ...
Lição 16: A Diversão
Ora, existindo o descanso na vida e neste convívio com o jogo, parece também aqui haver certa c...
Lição 17: A Vergonha
Da vergonha, porém, não convém falar como de uma certa virtude; ela antes se assemelha a uma pa...
Livro 5
Justiça
Lição 1: A Justiça
Deve-se, porém, tratar da justiça e da injustiça e acerca de quais operações elas existem. [885...
Lição 2: A Justiça Legal
Ora, uma vez que o transgressor da lei era injusto e o observante da lei era justo, é manifesto...
Lição 3: A Justiça Particular
Ora, buscamos aquela justiça que é parte da virtude; pois há uma tal, como dizemos. E do mesmo ...
Lição 4: A Justiça Distributiva e a Comutativa
Ora, da justiça que é parte e do justo segundo ela, uma espécie é a que consiste nas distribuiç...
Lição 5: A Proporcionalidade
É, portanto, o justo algo proporcional; pois o proporcional não é próprio apenas do número moná...
Lição 6: O Meio-Termo da Justiça Comutativa
Resta, porém, outra que é diretiva do que se faz nas transações, tanto voluntárias quanto invol...
Lição 7: Como Encontrar o Meio-Termo da Justiça Comutativa
E assim como numa linha cortada em partes desiguais, aquilo em que a seção maior excede a metad...
Lição 8: A Opinião de Pitágoras
Ora, a alguns parece que também o retribuído é absolutamente justo, como disseram os pitagórico...
Lição 9: A Moeda
Por isso, é preciso que todas as coisas de que há comutação sejam de algum modo comparáveis. E ...
Lição 10: A Ação Justa como Meio-Termo
Determinadas estas coisas, é manifesto que a operação justa é o meio entre fazer o que é injust...
Lição 11: O Homem Injusto
Ora, porque quem faz o injusto pode ainda não ser injusto, quais são as injustificações fazendo...
Lição 12: Uma Divisão da Justiça Política
Ora, do justo político uma parte é natural, outra porém é legal. [1016] É natural aquilo que e...
Lição 13: Ações que Tornam um Homem Justo ou Injusto
Ora, sendo os justos e os injustos tais como foram ditos, alguém faz coisa injusta e opera o ju...
Lição 14: Sofrer Injustiça, uma Ação Involuntária
Ora, alguém poderá porventura levantar dúvida se se determinou suficientemente sobre sofrer o i...
Lição 15: A Injustiça nas Distribuições
Ainda, porém, o que preferimos são duas coisas a dizer: qual comete injustiça, o que atribui al...
Lição 16: A Equidade
Resta agora falar da equidade e do equitativo: de que modo a equidade se relaciona com a justiç...
Lição 17: A Injustiça para Consigo Mesmo
Ora, se acontece ou não alguém cometer injustiça contra si mesmo é manifesto a partir do que fo...
Livro 6
Virtudes Intelectuais
Lição 1: A Reta Razão
Mas, uma vez que dissemos antes que é preciso escolher o meio, nem o excesso nem a falta, e que...
Lição 2: A Função Própria de Cada Parte da Alma
É preciso, pois, tomar de cada uma destas partes qual seja o melhor hábito, pois este é a virtu...
Lição 3: Uma Enumeração das Virtudes Intelectuais
Comecemos, pois, novamente pelo que dissemos acima acerca dessas coisas. São, com efeito, cinco...
Lição 4: A Prudência
Acerca da prudência, porém, deste modo assim consideremos, examinando aqueles que dizemos prude...
Lição 5: O Entendimento e a Sabedoria
Ora, uma vez que a ciência é uma estimação acerca dos universais e das coisas que são por neces...
Lição 6: A Sabedoria, a Principal Virtude Intelectual
E como tendo a supremacia, é a ciência das coisas mais dignas de honra. É, com efeito, inconven...
Lição 7: A Prudência, a Principal Virtude nos Assuntos Humanos
Haverá, porém, também aqui certamente uma certa ciência arquitetônica. [1195] Ora, a política ...
Lição 8: A Euboulia (Excelência em Deliberar)
Ora, é preciso examinar a respeito da eubulia o que ela é: se é uma certa ciência, ou opinião, ...
Lição 9: A Synesis (Hábito do Juízo Reto em Casos Práticos Particulares)
Existem também a sínese e a asínese, segundo as quais dizemos que alguém é sensato e insensato,...
Lição 10: Dúvidas sobre a Utilidade da Sabedoria e da Prudência
Poderá, porém, alguém pôr em dúvida a respeito delas mesmas para que são úteis. [1257] A sabed...
Lição 11: A Virtude Moral e a Prudência
É preciso, pois, de novo voltar a atenção também para a virtude; com efeito, a virtude se relac...
Livro 7
Continência e Incontinência
Lição 1: Disposições Morais Censuráveis e seus Opostos
Depois disto, porém, deve-se dizer, fazendo outro início, que acerca dos costumes há três espéc...
Lição 2: Dúvidas acerca da Continência
Alguém poderá, porém, duvidar de como aquele que julga corretamente é incontinente. [1310] Alg...
Lição 3: A Solução das Dúvidas
Primeiro, pois, é preciso examinar se sabendo ou não sabendo, e de que modo sabendo. Depois, ac...
Lição 4: A Matéria Genérica da Continência e da Incontinência
Deve-se dizer, a seguir, se há alguém incontinente absolutamente, ou se todos o são segundo uma...
Lição 5: Espécies de Prazer
Ora, como há certas coisas deleitáveis por natureza, e destas umas o são absolutamente e outras...
Lição 6: Comparação entre as Diferentes Espécies de Incontinência
Investigaremos, porém, por que a incontinência que é da ira é menos torpe do que a que é das co...
Lição 7: A Continência e a Perseverança
Acerca dos deleites e das tristezas e das concupiscências e das fugas que se dão pelo tato e pe...
Lição 8: Os Intemperantes São Piores que os Incontinentes
Ora, o intemperante, como se disse, não é dado ao arrependimento, pois permanece na eleição; o ...
Lição 9: O Continente e o Obstinado
Portanto, será continente aquele que permanece firme em qualquer razão e em qualquer escolha, o...
Lição 10: O Prudente e o Incontinente
Nem se dá que o mesmo seja simultaneamente prudente e incontinente. Pois mostrou-se que aquele ...
Lição 11: O Prazer e a Dor
Cabe àquele que filosofa sobre a política considerar o deleite e a tristeza. Pois este é o fim ...
Lição 12: Refutação dos Argumentos Anteriores
Que, porém, não se segue, por causa destas coisas, que o prazer não seja um bem nem o melhor be...
Lição 13: Um Prazer É o Bem Supremo
Contudo, uma vez que a tristeza é um mal, isso é reconhecido, e é algo a ser evitado; pois uma ...
Lição 14: Os Prazeres Corporais
Ora, quanto aos prazeres corporais, é preciso atentar nos que dizem que certos prazeres são mui...
Livro 8
A Amizade
Lição 1: A Amizade, um Tema da Filosofia Moral
Depois disto, cabe certamente passar a tratar da amizade. Pois é uma certa virtude ou algo acom...
Lição 2: O Objeto da Amizade
Talvez, porém, estas coisas se tornem manifestas uma vez conhecido o amável. Pois parece que nã...
Lição 3: Espécies de Amizade
Ora, estes objetos diferem entre si em espécie; portanto, também os amores e as amizades. Pois ...
Lição 4: Comparação entre as Amizades Úteis e as Agradáveis
Aquela, porém, que é por causa do deleitável tem semelhança com esta; pois também os bons são d...
Lição 5: O Ato e o Hábito da Amizade
Assim como nas virtudes uns se dizem bons segundo o hábito e outros segundo a operação, assim t...
Lição 6: A Amizade em Relação ao seu Sujeito
Nos severos, porém, e nos velhos, tanto menos se dá a amizade quanto mais são intratáveis e men...
Lição 7: A Amizade entre Desiguais
Há, porém, outra espécie de amizade que se dá segundo a superabundância, como a do pai para com...
Lição 8: Amar e Ser Amado em Relação à Amizade
Muitos, porém, por amor da honra, parecem querer ser amados mais do que amar. [1639] Por isso,...
Lição 9: As Amizades e a Associação Cívica
Parece, porém, como foi dito nos princípios, que acerca das mesmas coisas e nas mesmas coisas e...
Lição 10: Distinção das Espécies de Estados
Ora, há três espécies de regime político, e igualmente as transgressões, isto é, as corrupções ...
Lição 11: As Amizades se Conformam às Espécies de Estados
Segundo cada forma de governo, parece haver amizade, na medida em que também há justiça. [1688]...
Lição 12: Subdivisões da Amizade
Toda amizade, portanto, consiste em uma comunicação, como se disse. [1702] Pode-se, porém, dis...
Lição 13: Brigas e Queixas na Amizade
Havendo, pois, três amizades, como foi dito no princípio, e sendo, segundo cada uma, uns amigos...
Lição 14: Queixas nas Amizades entre Desiguais
Diferem, porém, também naquelas amizades que são segundo a superexcelência; pois cada um julga-...
Livro 9
As Propriedades da Amizade
Lição 1: Propriedades Proporcionais na Amizade
Ora, em todas as amizades de espécies dissemelhantes, o proporcional é que iguala e preserva a ...
Lição 2: Dúvidas sobre os Deveres da Amizade
Têm, porém, uma dúvida também tais coisas. Por exemplo, se é preciso atribuir tudo ao pai e obe...
Lição 3: Dúvidas Menores sobre a Dissolução da Amizade
Há, porém, uma dúvida também acerca disto: se se devem ou não dissolver as amizades para com os...
Lição 4: Os Atos ou Efeitos da Amizade
Ora, os atos de amizade que se dirigem aos amigos e pelos quais as amizades se determinam parec...
Lição 5: A Benevolência
A benevolência, na verdade, assemelha-se ao amigável, contudo não é amizade. [1820] Pois a ben...
Lição 6: A Concórdia
Ora, a concórdia também parece pertencer à amizade. Por isso, ela não é homodoxia, pois esta po...
Lição 7: A Beneficência
Os benfeitores parecem amar mais os beneficiados do que os que são bem tratados amam os que os ...
Lição 8: Dúvida acerca do Amor de Si
Pergunta-se, porém, se é preciso amar a si mesmo ao máximo ou a algum outro. [1855] Pois censu...
Lição 9: O Amor de Si do Homem Virtuoso
Mas certamente parecerá que tal homem é mais amante de si. Pois atribui a si mesmo as coisas ót...
Lição 10: Uma Dúvida sobre a Necessidade de Amigos do Homem Feliz
Duvida-se, porém, também acerca do feliz, se necessitará de amigos ou não. [1885] Pois dizem q...
Lição 11: Por que o Homem Feliz Precisa de Amigos
Aos que consideram, porém, mais naturalmente, parece que o amigo virtuoso é por natureza escolh...
Lição 12: Limitação do Número de Amigos
Deve-se, então, fazer o maior número possível de amigos, ou, assim como parece ter sido prudent...
Lição 13: Amigos Necessários tanto na Prosperidade quanto na Adversidade
Ora, é nas boas fortunas que há mais necessidade de amigos, ou nos infortúnios? Pois em ambos s...
Lição 14: O Prazer dos Amigos em Conviver
Acaso, então, assim como nos que amam ver a pessoa mais querida é o que há de mais deleitável, ...
Livro 10
O Prazer e a Felicidade
Lição 1: O Prazer
Depois destas matérias, talvez convenha passar a tratar da deleitação. [1953] Pois parece que ...
Lição 2: Opiniões sobre o Prazer como um Bem
Eudoxo, portanto, julgava que o prazer é um bem, pelo fato de ver que todos os seres o desejam,...
Lição 3: O Prazer Não É um Bem segundo Platão
Contudo, se o prazer não é do gênero das qualidades, nem por isso deixa de ser do gênero dos be...
Lição 4: Um Quarto Argumento de que o Prazer Não É um Bem
Ora, aos que apresentam os mais vergonhosos dos deleites, alguém dirá certamente que estes não ...
Lição 5: O Prazer Não É Movimento nem Processo de Mudança
Ora, o que é e de que qualidade seja tornar-se-á mais manifesto se retomarmos a questão desde o...
Lição 6: A Natureza e as Propriedades do Prazer
Ora, todo sentido opera em relação ao sensível, e o que está perfeitamente bem disposto opera e...
Lição 7: Os Prazeres Diferem em Espécie
Por isso, parecem também diferir em espécie; pois estimamos que coisas de espécie diversa são a...
Lição 8: A Moralidade dos Prazeres
Ora, diferindo as operações em bondade e maldade, e sendo umas dignas de escolha, outras a evit...
Lição 9: A Natureza da Felicidade
Ora, tendo sido ditas estas coisas que dizem respeito às virtudes, às amizades e aos prazeres, ...
Lição 10: A Felicidade, uma Atividade segundo a Virtude Mais Elevada
Ora, se a felicidade é uma operação segundo a virtude, é razoável que seja segundo a melhor. E ...
Lição 11: A Felicidade e o Ócio
E a felicidade parece estar no ócio; pois não estamos ocupados senão para termos ócio, e guerre...
Lição 12: A Felicidade e as Virtudes Morais
Em segundo lugar, aquele que vive segundo outra virtude. [2111] Pois é segundo ela que se dão ...
Lição 13: A Felicidade e os Bens Exteriores
Ao homem, por ser homem, será também necessária a prosperidade exterior. Pois a natureza não é ...
Lição 14: A Necessidade da Virtude
Se, pois, tanto sobre estas coisas quanto sobre as virtudes, e ainda sobre a amizade e o prazer...
Lição 15: O Homem Deve Ser Capaz de Legislar
Somente na cidade dos lacedemônios, com poucas outras, o legislador parece ter tido cuidado tan...
Lição 16: Como Aprender a Ciência da Legislação
Portanto, depois disto, deve-se examinar donde ou de que modo alguém se tornará legislador. [21...