Comentário aos Analíticos Superiores
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INTRODUÇÃO
Há uma dupla operação do intelecto, como diz o Filósofo no livro III do De anima [6: 430a 26]. Um...
Prefácio
Como diz o Filósofo na Metafísica I (980b26), “a raça humana vive pela arte e pelos raciocínios”....
Prefácio por James A. Weisheipl, O.P.
O propósito da lógica é fornecer um guia analítico para a descoberta da verdade demonstrada e de ...
LIVRO I
Lição 1: A necessidade do conhecimento preexistente em todo aprendizado
a1. Todo ensinamento dado— a3. As ciências matemáticas— a4. e assim também as duas— a8. novamen...
Lição 2: Extensão e ordem do conhecimento pré-existente necessário para obter ciência
71a11. O conhecimento pré-existente — a16. Reconhecimento de uma verdade Após mostrar que to...
Lição 3: Conhecimento pré-existente da conclusão
a24. Antes de ser conduzido— a28. Se esta distinção— a30. pois não podemos— b1. contudo, o que ...
Lição 4: Natureza do silogismo demonstrativo
b8. Cremos possuir— b10. quando julgamos que— b12. Ora, o conhecimento científico— b14. Por con...
Lição 5: Proposições primeiras e imediatas
a8. Uma ‘verdade básica’ em — a9. Uma proposição é — a10. Se uma proposição é dialética — a11. ...
Lição 6: Conhecimento dos princípios imediatos
a25. Ora, visto que o necessário— a28. pela causa de uma— a33. Ora, ninguém pode acreditar a36....
Lição 7: Discussão de dois erros — exclusão do primeiro
b5. Alguns sustentam que, por — b8. A primeira escola — b15. O outro grupo concorda — b18. Noss...
Lição 8: O segundo erro é excluído mostrando-se que a demonstração circular não é aceitável
b25. Ora, a demonstração deve— b33. Os defensores da circular— b38. Assim, pela prova direta— a...
Lição 9: Como algo é dito ser predicado de todo
a2l. Uma vez que o objeto do puro— a25. e como preliminar— a28. Chamo de 'verdadeiro em todo— a...
Lição 10: Como algo é dito ser predicado por si de uma coisa
a34. Atributos essenciais são — a38. (2) tais que, embora — b5. Além disso (a) que — b10. Em ou...
Lição 11: Como algo é dito ser predicado como universalmente comensurado
b27. Denomino 'comensuradamente' — b28. do que claramente se — b29. O atributo essencial — b32....
Lição 12: Como ocorre o erro na apreensão do universal
a4. Não devemos deixar de observar — a6. Cometemos este erro — a13. O caso (3) pode — a17. Um e...
Lição 13: A demonstração procede de coisas necessárias
b5. Conhecimento demonstrativo— b6. Ora, atributos que pertencem— b13. Devemos ou afirmar— b18....
Lição 14: A demonstração trata e procede de coisas que são per se
a18. Dos acidentes que são— a21. Uma dificuldade, no entanto,— a24. A solução é que— a28. Já qu...
Lição 15: A demonstração não passa de um gênero para outro alheio
a38. Segue-se que não podemos— a39. Pois há três— b2. Os axiomas que são premissas— b8. de modo...
Lição 16: A demonstração não é sobre coisas perecíveis, mas sobre coisas eternas
b2l. Também é claro que— b24. A prova só pode ser— b30. O mesmo vale para— b32. Demonstração e ...
Lição 17: A demonstração não procede de princípios comuns, mas de princípios próprios à coisa demonstrada
b37. É evidente que se — b40. Tais provas são como — a8. As únicas exceções — a17. Não é menos ...
Lição 18: Diferença entre princípios e não princípios, princípios comuns e próprios
a26. é difícil ter certeza — a31. Chamo de verdades básicas — a32. Quanto a ambas — a37. Das ve...
Lição 19: Como os princípios comuns diferem entre si
b23. Aquilo que exprime— b27. Aquilo que é capaz— M. As definições— b39. Nem as do geômetra— a3...
Lição 20: Relação entre as ciências demonstrativas e os princípios comuns
a10. A lei de que é impossível — a22. A lei de que todo predicado — a26. Em virtude dos princíp...
Lição 21: Das questões, respostas e disputas peculiares a cada ciência
a36. Se uma questão silogística — a42. apenas aquelas questões serão — b2. Dessas questões, as ...
Lição 22: Cada ciência tem seus próprios enganos e áreas de ignorância
b16. Visto que existem questões "geométricas"— b17. Ademais, em cada ciência especial— b19. Nov...
Lição 23: Como a demonstração “quia” e “propter quid” diferem numa mesma ciência. Demonstração “quia” através de um efeito
a22. Conhecimento do fato — a30. Assim, poderias provar — a39. O maior e o médio — b3. Outro ex...
Lição 24: Como há demonstração “quia” através de coisas não imediatamente conectadas
b13. Isso também ocorre quando— b14. Por exemplo, a questão— b24. Um silogismo com esse tipo— b...
Lição 25: Como a demonstração “quia” difere da demonstração “propter quid” quando a primeira pertence a uma ciência e a última a outra
b34. Mas há outro modo— b35. Isso ocorre no caso— a1. (Algumas dessas ciências— a3. Aqui cabe— ...
Lição 26: Os silogismos demonstrativos são melhor feitos na primeira figura. Sobre as proposições negativas mediatas e imediatas
a17. De todas as figuras — a23. Em terceiro lugar, a primeira é — a30. Finalmente, a primeira f...
Lição 27: Como a ignorância ou o engano relativos às coisas primeiras e imediatas pode ser induzido pelo silogismo e levar alguém a supor que algo é o que não é
b23. Ignorância – definida não como — b28. O erro, no entanto, que — b31. Ora, dois casos são —...
Lição 28: Como, silogizando na primeira ou na segunda figura, conclui-se uma falsa negativa contrária a uma afirmativa imediata
a8. Por outro lado,— a11. Pode ocorrer quando — a14. É possível também — a20. Ou ainda, C-B — a...
Lição 29: Silogismo de ignorância em relação a proposições mediatas
b17. No caso dos atributos— b27. Similarmente se o médio— b32. Por outro lado— a5. Quando o err...
Lição 30: Causa da ignorância simples por negação
a38. Também é claro — a39. uma vez que aprendemos ou... Após o Filósofo ter determinado a re...
Lição 31: Três questões sobre o prosseguir ao infinito nas demonstrações confirmativas
b10. Todo silogismo é efetuado— b14. É evidente, então,— b18. Se nosso raciocínio visa— b24. As...
Lição 32: A Solução de Algumas Destas Dúvidas Depende da Solução de Outras Delas
a2l. Ora, é evidente— a24. Pois suponha-se que A— a30. Tampouco tem qualquer efeito— a37. Além ...
Lição 33: Mostra-se “logicamente” que não se procede ao infinito nos predicados essenciais
b34. Que de fato o regresso — a1. Mas quanto aos predicados — a21. Disto se segue — a24. Predic...
Lição 34: Razões lógicas pelas quais não se procede ao infinito nos predicados
a36. Se A é uma qualidade de B— a37. Portanto A e B— a39. Pois uma alternativa— b1. Mas foi dem...
Lição 35: Que não há processo infinito ascendente ou descendente nos predicados é mostrado analiticamente
a8. mas um processo analítico — a10. A demonstração prova — a11. Ora, os atributos podem ser — ...
Lição 36: Alguns corolários das lições anteriores
b3. É um corolário evidente — b6. Isósceles e escaleno — b9. pois, se assim fosse, — b15. Contu...
Lição 37: Se a demonstração universal é mais forte que a demonstração particular
a12. Visto que as demonstrações podem — a17. Examinemos primeiro — a20. As seguintes consideraç...
Lição 38: A demonstração universal é mais forte que a demonstração particular
b22. A demonstração é silogismo— b28. Nossa busca pela razão— a3. Quanto mais a demonstração— a...
Lição 39: A demonstração afirmativa é mais forte que a negativa
a32. Que a demonstração afirmativa— b10. Foi provado— b12. Assim somos compelidos— b30. A verda...
Lição 40: A demonstração ostensiva negativa é mais forte que a demonstração que leva ao impossível
a1. Uma vez que a demonstração afirmativa— a2. Devemos primeiro estabelecer certas— a17. No ent...
Lição 41: Comparação entre ciências do ponto de vista da certeza e da unidade e diversidade
a3l. A ciência que é— a38. Uma única ciência é una— a38. todos os sujeitos— a4l. Uma ciência di...
Lição 42: A ciência não se ocupa das coisas causadas pela fortuna nem das coisas conhecidas por meio da percepção sensível
a5. O universal comensurável— b28. O conhecimento científico não é— b34. não, é óbvio— a11. No ...
Lição 43: Os princípios de todos os silogismos não são os mesmos
a18. Todos os silogismos não podem — a20. pois embora uma inferência verdadeira — a26. Em segui...
Lição 44: A ciência comparada com outros modos de conhecer
b30. O conhecimento científico — b31. no que diz respeito ao conhecimento científico — b33. Emb...
LIVRO II
Lição 1: Cada uma das quatro questões que pertencem à ciência é, de uma forma ou de outra, uma questão do meio
b2l. Os tipos de questão— b26. Assim, quando nossa questão— b28. Por outro lado,— b32. mas para...
Lição 2: Se a definição que significa o quod quid de uma coisa pode ser demonstrada
a36. Digamos agora — b1. começando o que nós — b3. Poderia, quero dizer, — b7. E, além disso, n...
Lição 3: Se o quod quid significado pela definição pode ser demonstrado através de termos conversíveis
a12. O próximo passo— a14. Poderíamos argumentar— a18. pois se A é 'peculiar'— a19. e além diss...
Lição 4: Se o quod quid pode ser demonstrado pelo método de divisão
b12. Nem, como foi dito— b25. Pois por que não— b26. Além disso, que garantia— b28. O defensor ...
Lição 5: Se o quod quid pode ser demonstrado tomando-se o que é exigido para um quod quid
a6. Podemos, no entanto— a9. Ou a verdade é que,— a12. Além disso, assim como em— a20. O seguin...
Lição 6: Se o quod quid pode ser demonstrado por demonstração ou definição
b3. Para colocar de outra forma:— b7. Mas além disso, se a definição— b11. Além disso, sustenta...
Lição 7: As duas maneiras, lógica e demonstrativa, de manifestar o quod quid
a1. Devemos agora começar— a4. Ora, conhecer seu— a16. –comecemos, pois— a21. Além disso, sabem...
Lição 8: Não é possível em todos os casos alcançar o quod quid através da demonstração. Relação da definição com a demonstração
b22. Ora, enquanto algumas coisas — b28. Uma vez que se diz definição — b38. Outro tipo de defi...
Lição 9: O Propter quid pode ser manifestado em quatro gêneros de causas
a20. Pensamos saber— a24. Pois (a) embora o— a28. O seguinte exemplo— a35. Além disso, a causa ...
Lição 10: Como algo é demonstrado através de uma causa não simultânea com seu efeito. Como uma causa não simultânea com seu efeito é tomada como termo médio na demonstração
a10. O efeito pode ainda estar— a13. Por exemplo, a lua— a23. Mas e quanto aos casos— a24. como...
Lição 11: Como uma causa que não é simultânea ao seu efeito pode ser tomada como termo médio na demonstração
b1. Temos também que investigar— b12. O seguinte deve bastar— b23. ou, visto que, como dissemos...
Lição 12
Como, nas coisas que se geram reciprocamente, toma-se como meio na demonstração uma causa que não...
Lição 13: Características que devem estar presentes nos itens que constituem a definição que significa a essência de uma coisa
a22. discutamos agora — a24. Dos atributos — a32. São tais atributos — a34. Por exemplo, toda t...
Lição 14: Dividindo o gênero para investigar quais itens devem ser colocados em uma definição
b15. O autor de um manual — b18. Depois disso, tendo — b25. Divisões de acordo com — b30. Mas, de...
Lição 15: Dois erros são excluídos. O que é realmente necessário para constituir uma definição segundo o método da divisão?
a6. Definir e dividir— a7. No entanto, alguns sustentam— a11. Agora, em primeiro lugar— a13. Em...
Lição 16: Como buscar a definição de uma coisa examinando coisas semelhantes e dessemelhantes a ela
b7. Para retomar nossa exposição— b15. Posso ilustrar— b26. Além disso, toda definição— b28. É ...
Aula 17: Como investigar o porquê em problemas especiais. Como certos problemas concordam quanto ao propter quid, seja porque seus médios têm uma espécie de unidade ou são subordinados.
al. Para formular— a 13. Estamos agora considerando— a20. Contudo, um método adicional— a23. Al...
Lição 18: Coexistência de causa e efeito
a35. A questão poderia ser— b2. Pois, alguém poderia argumentar— b4. e cada um capaz de prova— ...
Lição 19: Se à unidade da causa segue a unidade do efeito, e vice-versa. Como causa e efeito se seguem mutuamente
a1. Pode a causa de um— a2. Talvez seja impossível— a4. Ora, é possível— a17. A verdade é que c...
Lição 20: Como conhecemos os primeiros princípios de demonstração
b18. Quanto às premissas básicas— b20. Já dissemos— b23. Mas há questões— b26. Ora, é estranho—...