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Capítulo 1
Termo 1 Ação Que a ação, isto é, a operação da virtude, não se faz por causa de outra coisa, mas por causa do seu próprio bem. Que toda ação é seguida de alegria ou de tristeza. Termo 2 Acrocholi (ἀκρόχολοι) Que os acrocholi estão na superabundância da i...
Capítulo 2
Termo 1 Banausius βᾰ́ναυσος Que o banausius é aquele que gasta os seus bens em grandes despesas não conforme é preciso, como quem alimenta atores nas núpcias e concede aos comediantes, ao passarem, estendendo-lhes púrpura. Termo 2 Blanditor Que o adulador...
Capítulo 3
Termo 1 O presunçoso Que o presunçoso se julga digno de grandes coisas, sendo indigno delas. Que o presunçoso é excessivo com respeito a si mesmo, mas não com respeito ao magnânimo. Que os presunçosos são insensatos e ignorantes de si mesmos, porque se jul...
Capítulo 4
Termo 1 Dívida Que a dívida deve ser paga universalmente, e não que se deva dar ao amigo. Termo 2 Enganar Que quem é enganado, crendo ser amado por causa do honesto, deve acusar-se a si mesmo, se não viu no que ama algo de operação honesta. Termo 3 O en...
Capítulo 5
Termo 1 O ébrio Que o ébrio, se comete homicídio, merece dobradas maldições. Que os ébrios, por causa da embriaguez, tornam-se contudo confiantes, e todavia não são corajosos. Termo 2 Escolha Que a escolha parece ser própria da virtude. Que a escolha pa...
Capítulo 6
Termo 1 A fama Que a fama comum de muitos povos não pode ser inteiramente falsa. Termo 2 O agente Que o agente governa e comanda a respeito do que é singular. Termo 3 O feito Que nem o feito nem a produção são fim de modo absoluto, mas em vista de algo...
Capítulo 7
Termo 1 Alegrar-se Que a reta disciplina consiste em alegrar-se e entristecer-se com aquilo que é devido. Termo 2 Gramático Que acontece ao não gramático fazer algo de modo gramatical por acaso e com a ajuda de outrem. Termo 3 Gosto Que o gosto é o juí...
Capítulo 8
Termo 1 Hábito Que os hábitos das virtudes, uma vez gerados, produzem operações semelhantes. Que os hábitos são aquilo segundo o qual nos comportamos bem ou mal em relação às paixões; e exemplifica. Que segundo cada hábito há coisas próprias, tanto bens qu...
Capítulo 9
Termo 1 Idronomones Que os idronomones se alegram ao vencer com as suas opiniões e se entristecem se as suas opiniões são julgadas fracas. Termo 2 Indução Que a indução é do princípio e do universal. Termo 3 Ideia Que não há uma única ideia de todos os...
Capítulo 10
Termo 1 Louvamos Que louvamos a virtude por causa das obras e dos atos; e o forte e o corredor. Que, se os deuses fossem louvados em referência a nós, seria uma irrisão. Termo 2 Louvor Que o louvor não é das coisas ótimas, das quais é a felicidade, mas a...
Capítulo 11
Termo 1 O Magnânimo Que o magnânimo se comporta bem em todas as coisas, tanto nas riquezas quanto nos poderes e em toda boa fortuna, e nem se alegra demasiadamente na prosperidade, nem se entristece na adversidade, nem se alegra muito acerca da honra. Que n...
Capítulo 12
Termo 1 A natureza Que nada do que existe por natureza provém do costume; exemplo da pedra e do fogo. Que, naquelas coisas que estão em nós por natureza, primeiro recebemos suas potências e depois as operações. Que ninguém censura os que são feios por natu...
Capítulo 13
Termo 1 Operações Que as operações existem por causa das coisas realizadas. Que as operações das virtudes são deleitáveis por si mesmas. Que as operações segundo a virtude são as senhoras da felicidade. Que as operações segundo a virtude são mais permanen...
Capítulo 14
Termo 1 Pereceram Que alguns pereceram por causa das riquezas, outros por causa da fortaleza. Termo 2 Parvificência Que a parvificência é o defeito desse hábito da magnificência. Termo 3 O parvífico Que o parvífico falha em tudo aquilo em que o magnífi...
Capítulo 15
Termo 1 Razão Que uma só e mesma razão há no homem e no homem por si, a qual é a razão do homem. Que a razão operativa é o que há de melhor no homem e o que lhe é próprio; e segundo isto lhe cabe a obra própria que é a felicidade. Que a reta razão impele a...
Capítulo 16
Termo 1 Espeusipo Que Espeusipo parece seguir mais os pitagóricos do que Platão na posição dos princípios matemáticos. Termo 2 Ciência Que todas as ciências, ao desejar algum bem e ao investigar aquilo de que carecem, deixam de lado o conhecimento do próp...
Capítulo 17
Termo 1 Temperança Que a temperança e a fortaleza parecem ser virtudes das partes irracionais. Que a temperança não se refere aos prazeres da visão, da audição e do olfato senão por acidente, na medida em que por eles se faz a recordação dos alimentos concu...
Capítulo 18
Termo 1 Vida Que muitos escolhem a vida voluptuosa, porque creem que o prazer é o sumo bem. Que há três vidas em máximo grau excelentes: a voluptuosa, a civil e a contemplativa. Que os que escolhem a vida voluptuosa, isto é, o prazer, parecem ser bestiais....
Capítulo 19
Capítulos do livro da Ética Inícios dos capítulos do livro 1 Toda arte e toda doutrina. Digamos, porém, retomando. Digamos, porém, de onde nos afastamos. Voltemos, porém, novamente ao que se investiga. Mas talvez a felicidade, na verdade. Deve-se, porta...
GNOSE E ROMANTISMO I
Por que o Romantismo? Porque ele provocou no século passado uma explosão prodigiosa de Gnose em um mundo intelectual abalado pela Revolução Francesa. Este movimento literário surgiu dos países protestantes, Inglaterra e Alemanha, em um ambiente cultural domina...