DESENVOLVIMENTOS ATUAIS DA GNOSE
Desde seu primeiro Boletim, há oito anos, a Sociedade Augustin Barruel não cessou de alertar seus leitores sobre as realidades subversivas, e há quatro anos, com o nº 9, ela enfatizou a mais recente destas, a mais perigosa certamente, a penetração neognóstica nos meios católicos, especialmente aqueles que rejeitam a Revolução na Igreja.
Recordemos os estudos já publicados:
- 9 - A gnose tradicionalista do Professor Borella
- 10 - Um muçulmano desconhecido, René Guénon
- 10 - O Espiritualismo subversivo
- 11 - René Guénon e o Sagrado Coração
- 12 - Gnose e gnosticismo na França no século XX
- 12 - Uma ressurreição da Gnose no século XX, o Borellismo
- 13 - Itinerários rumo a "um esoterismo cristão"
- 13 - A subversão da ideia de criação na gnose borelliana
- 14 - Um "Itinerários" borelliano?
- 15 - As armadilhas do Simbolismo: o caso de Jean Hani
Hoje, a subversão gnóstica continua a se desenvolver a bom ritmo, especialmente na França, onde conta com inúmeras cumplicidades em meios supostamente antirrevolucionários, e até mesmo católicos.
Convém retomar essa questão para fazer um balanço a respeito de algumas manifestações recentes, ilustradas por cinco documentos nos quais se vê a influência guenoniana espalhar-se descaradamente.
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O primeiro é um artigo do diário "L'Est Républicain" de 30 de junho de 1986, que relata a primeira missa em Nancy do padre Alain Leschenne.
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O segundo é um texto publicado no Figaro-Magazine de 7 de junho de 1986, por ocasião do centenário de René Guénon, anunciando um próximo colóquio internacional em Paris.
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O terceiro, extraído da revista guenoniana francesa "Vers la Tradition", n° 24-25-26, já conhecida de nossos leitores, informa-nos sobre a realização em Reims (a cidade da sagração...) de um ciclo de conferências sobre o famoso tema guenoniano "autoridade espiritual e poder temporal".
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O quarto é o prospecto de anúncio do Colóquio Guenoniano organizado em Lyon, no final de novembro de 1986, pela Nova Acrópole.
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O quinto, por fim, completando o anterior, é o programa dessa organização, Nova Acrópole, para o último trimestre de 1986.
Reproduzimos esses documentos em fac-símile, contentando-nos em comentá-los brevemente.
I – UM PADRE GUENONIANO EM ÉCÔNE...
Sim, o leitor leu bem: o padre Leschenne, ordenado sacerdote em Écône em 27 de junho de 1986, afirma-se discípulo de Jean Borella e do pensamento expresso em "A Caridade Profanada"; melhor ainda, atribui a eles a origem de sua vocação.
Várias questões vêm imediatamente à mente, das quais reteremos as três principais:
1°) De que vocação se trata? Se nos lembrarmos de tudo o que foi escrito sobre o assunto nos números anteriores deste Boletim, é evidente que se trata de uma vocação "esotérica", destinada a fazer penetrar as doutrinas e práticas gnósticas sob o pretexto e por meio do sacerdócio católico; para melhor compreender, favor consultar dois estudos anteriores: "Gnose e gnosticismo na França no século XX", Boletim n° 12, página 10 especialmente, e "Itinerários rumo a um esoterismo cristão", Boletim n° 13, páginas 4 e 5.
2°) Essa dupla natureza do padre Leschenne era conhecida de seus superiores? Sem dúvida, já que há alguns anos a posição deste Padre esteve em perigo no Seminário de Écône, onde se sabe que numerosas discussões e disputas opunham adversários e partidários do Borellismo e da Gnose.
Nessas condições, não se pode deixar de se surpreender com tal ordenação final... e de questionar as reais intenções de superiores que encobrem tais manobras, ainda mais que esta ordenação não é a única desse tipo.
3°) A última questão levantada será a do papel futuro deste padre recentemente nomeado Prior em Dijon, perto do novo Seminário de Flavigny: imagina-se sem dificuldade os possíveis, prováveis, estragos de tal influência junto aos jovens seminaristas indefesos.
II - O FIGARO E OS GUENONIANOS
O segundo documento publicado pelo Figaro-Magazine no início do mês de junho possui um duplo interesse: por um lado, confirma, se necessário fosse, a posição favorável desta publicação, e da vasta corrente que ela expressa, em relação ao Guenonismo; por outro, nos dá a conhecer os participantes do Colóquio Guenoniano de novembro de 1986, cujos nomes se revelam repletos de ensinamentos, confirmando o adágio "quem se assemelha se junta":
Pierre Alleau, um dos mais antigos e famosos esoteristas contemporâneos, foi o principal animador do Colóquio dedicado em 1976 a René Guénon em Cérisy-la-Salle, primeira aparição ao ar livre das redes guenonianas constituídas ao longo dos quarenta anos anteriores.
Paul Barba-Negra, autor de numerosos filmes esotéricos sobre lugares emblemáticos da França, colaborador da conhecida organização gnóstica internacional "Nova Acrópole", famosa por suas posições doutrinariamente sincréticas (Egito, América do Sul, Alquimia, Platonismo, etc.) e politicamente direitistas.
Jean Biès, universitário de Perpignan, animador do grupo "Epignosis" que reúne cerca de trinta universitários gnósticos; este organismo, oficialmente instalado no âmbito da Universidade de Perpignan, publica documentos bastante esclarecedores, especialmente uma rica bibliografia cobrindo a centena de obras que convém ler para conhecer o essencial da Gnose antiga e moderna.
Jean Borella, evidentemente...
Roland Goffin, diretor da revista guenoniana "Vers la Tradition" já citado em artigos anteriores.
Jean-Pierre Laurant, estudioso universitário da maçonaria, que investigou extensivamente o caso de Joseph de Maistre.
Michel Michel, sociólogo de Grenoble, conhecido por suas opiniões próximas às da Action Française, e principal animador do grupo "Tradição e Modernidade". Grenoble é um importante centro gnóstico, reduto do acadêmico Gilbert Durand, e de outro participante deste colóquio,
Jean-Pierre Schnétzler, médico psiquiatra e monge budista, que participou há três anos (Pentecostes de 1984) de um encontro no centro budista da antiga Cartuxa de Saint Hugon, na companhia de François Chénique, amigo de Jean Borella.
Louis Pauwels, ex-discípulo dos Surrealistas, depois de Gurdjieff, grande chefe da "Planète", figura eminente do Figaro-Magazine, e "recente convertido" ao catolicismo tradicional, embora, segundo a notoriedade pública, seja membro do Grande Oriente e muito próximo da Nova Direita.
Jean Phaure, do grupo Atlantis, portanto especializado em esoterismo cristão e próximo de certos meios São Pio V.
Michel Random, especialista em esoterismo muçulmano, bem como em artes marciais japonesas.
Jean Tourniac, o mais antigo e famoso especialista na mistura Cristianismo/Maçonaria, escreveu um grande número de obras diversas sobre este tema.
Jean Hani, já conhecido de nossos leitores, helenista, subdiretor do centro de estudos das mitologias da Sorbonne, e autor de três obras muito difundidas nos meios católicos tradicionais: "O Templo Sagrado", "A Divina Liturgia" e "A Realeza Sagrada, do Faraó ao Rei Cristianíssimo"; também redator da revista guenoniana "Rumo à Tradição", e especialista em questões de deslizamentos simbólicos: cf. o estudo "Os perigos do simbolismo: o caso de Jean Hani" publicado no Boletim n° 15.
É necessário sublinhar que se reencontra neste areópago especialistas dos diversos ramos da neo-gnose? Maçonaria, Islamismo, Budismo, Esoterismo cristão, os componentes do coquetel são sempre os mesmos, e a clientela à qual se destina é cada vez mais evidente.
É igualmente interessante notar a importância da participação universitária, o que confirma que, se os primeiros discípulos de Guénon eram recrutados sobretudo entre místicos e pesquisadores individualistas, hoje, a Universidade se deixou amplamente penetrar — o que não deixa de exercer certo prestígio sobre espíritos primários.
III - O ECUMENISMO POLÍTICO EM REIMS
A leitura da última obra de Jean Hani, "A Realeza Sagrada", e de diversos artigos da revista "Rumo à Tradição", bem como de alguns outros, mostra que há muito tempo os discípulos de René Guénon não se contentam com a mística, mesmo esotérica: reivindicando a autoridade espiritual contra o racionalismo, eles aspiram igualmente ao poder político, e em um mundo arruinado pela Revolução, eles se fazem passar com demasiada facilidade por anti-revolucionários (quando seu pensamento profundo constitui a própria Essência da Revolução).
No caso presente, no entanto, basta ler para ver e conhecer os pontos de referência confessados:
- A Cidade Islâmica, com Kheireddime Badawi,
- A cidade hinduísta segundo Ramana Maharshi, o famoso guru dos Beatles e da Meditação Transcendental, por Henri Hartung, redator habitual da “Vers la Tradition”,
- A referência guenoniana, pelo maçonólogo Jean-Pierre Laurant,
- A aliança do sociologismo moderno e da tradição guenoniana com o sociólogo grenoblinês Michel Michel já citado,
- Jean Tourniac, famoso por suas obras sobre a Maçonaria cristã tradicional, mística e a cavalaria,
- Daniel Cologne, finalmente: um dos pilares do meio esoterista, embora frequentemente contestado por pertencer à escola italiana dos discípulos de Julius Evola (ele próprio discípulo e também rival de René Guénon, e grande conselheiro de Benito Mussolini). Os amigos de Cologne, agrupados em torno das Edições Pardés com a revista Totalité e a revista Rebis (dedicada à revolução sexual), apresentam-se a si mesmos como “tradicionalistas-revolucionários” e defendem o recurso à cavalaria islâmica para revigorar o espírito europeu.
Em sua obra O Mito do Graal, ou a Ideia Imperial Guelfa, Julius Evola inclinava-se pela superioridade do Imperador sobre o Papa, a exemplo de seu modelo, o imperador alemão Frederico II de Hohenstaufen, cuja guarda pessoal aquartelada na Sicília era muçulmana.
Essa divergência, embora à primeira vista muito importante, entre os evolianos e os puros guenonianos, e que explica algumas observações cortantes aqui e ali, não impede, no entanto, a colaboração no essencial, como constatamos aqui.
E, aliás, se nos debruçarmos um pouco mais sobre essa questão da primazia do espiritual sobre o temporal, à qual os guenonianos aparentemente dão tanta importância, não podemos deixar de constatar o que ocorre, inclusive no seio do Islã, que é seu modelo, implícito ou explícito, constante.
Não há poder espiritual islâmico, daí o esfacelamento em uma multitude de seitas penosamente canalizadas pelos poderes temporais, a não ser no interior das confrarias místicas três quartos secretas e esotéricas; é, aliás, a elas que se ligam a maioria dos discípulos de René Guénon, como Fritjof Schuon, grande recrutador de europeus para essas seitas, e bem conhecido dos católicos da fronteira franco-suíça.
IV - O COLÓQUIO GUENONIANO DE LYON
Os textos publicados abaixo confirmam em todos os pontos o que nossos leitores conhecem há muito sobre o pensamento guenoniano; seus fundamentos, a Maçonaria e o Islã; seu meio principal, a crítica ao mundo moderno; seu objetivo, a recuperação e a subversão dos cristãos; mas têm sobretudo o mérito de destacar dois pontos importantes sobre os quais nos alongaremos um pouco.
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O primeiro é o da tolerância interconfessional, velha mania maçônica: tal princípio não surpreende quem conhece a trajetória e o fundo do pensamento do místico de Blois; mas deveria chocar, no mínimo, o mundo católico tradicional, que atualmente é um dos públicos-alvo do guenonismo. É verdade que, após a reunião politeísta de Assis e as viagens orientais de João Paulo II, tal atitude não pode, ao contrário, deixar de satisfazer os meios romanos.
O próprio título do Colóquio, Unidade transcendente e universalidade das religiões, bastante explícito por si só, confirma que o ecumenismo é a marca dominante do debate atual. Trata-se, claro, desse ecumenismo de direita, poder-se-ia dizer, ao qual já fizemos alusão em um artigo do Boletim nº 12, p. 11, ecumenismo fundado no esoterismo, e que finge se opor a um outro ecumenismo, mais raso, menos sutil, racionalista, o do Conselho Ecumênico das Igrejas, que também estudamos no passado (Boletins nº 7 a 13).
O segundo interesse deste documento é fazer aparecer novas figuras da rede guenoniana; ao lado dos dirigentes da Nova Acrópole, Schwartz e Bricnet, Barbanégra e Michel Michel, citados acima, mencionam-se dois jornalistas, Michel Henri Coste, do jornal Rhône-Alpes, e Jean-Jacques Gabut, do Lyon-matin (dois jornais do grupo de Robert Hersant, como o Figaro). A assinalar que há alguns meses Gabut fez uma conferência sobre a Gnose e o cristianismo diante da mesma Associação dos Amigos do Museu Guimet. Roger Payot, por fim, é universitário em Lyon III, reduto da Nova Direita e do Clube do Relógio, emanado do Grece.
Pode-se notar também que o Colóquio organizado pela Nova Acrópole era patrocinado por outras duas estruturas gnosticizantes bem conhecidas:
= Os Amigos do Museu Guimet, que se dedicam há muito tempo, assim como o próprio Museu Guimet, criado com esse objetivo, à propaganda orientalista, especialmente Índia e, sobretudo, Egito.
= Os Cadernos de l'Herne, que editam enormes números especiais dedicados cada um a um pensador gnóstico famoso: Guénon, Corbin, Abellio, Jung, etc.
Não é desprezível ver assim aparecer à luz do dia uma parte dessa teia de aranha gnóstica, pacientemente tecida há várias décadas e graças à qual os princípios da Gnose anticristã puderam deixar o círculo limitado dos cenáculos orientalistas e maçônicos para se infiltrar amplamente nos meios católicos, e mesmo entre os mais fiéis da tradição, como mostra o caso do padre Leschenne, guenoniano e boreliano ordenado em Econe em 27 de junho de 1986, com pleno conhecimento de causa.
Se considerarmos os temas escolhidos, encontramos, sem surpresa, os diversos elementos da manobra neognóstica.
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O simbolismo da Cruz: é o título da primeira obra escrita por Guénon após sua passagem oficial ao Islã; aliás, é dedicada ao Sheik de sua confraria mística e datada da era muçulmana. A expressão seria de natureza a enganar os cristãos, se o subtítulo "a contribuição de René Guénon ao Cristianismo" não bastasse para mostrar que, se a palavra é cristã, a realidade expressa está além do cristianismo, portanto, anticristã.
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René Guénon e a Crise do mundo moderno: novamente, trata-se do livro que enganou tantos contrarrevolucionários, nos anos 20 e seguintes, enojados com o triunfo da Revolução, da qual só conseguiam ver o aspecto racionalista, negligenciando assim o aspecto espiritualista, neognóstico.
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René Guénon e o itinerário islâmico: é novo e instrutivo ver o aspecto islâmico de Guénon ser destacado, quando até agora se privilegiava seu ensinamento hinduísta; o Islã é, de fato, o elemento motor da subversão neo-gnóstica, e todos perceberão isso cada vez mais; a atitude desses católicos tradicionais que vociferam contra a invasão muçulmana de nossas ruas e cidades e que, ao mesmo tempo, se tornam cúmplices da penetração esotérica islâmica por meio dos guenonianos e borrelianos de todas as espécies é, no mínimo, inconsequente e ridícula.
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A contribuição de René Guénon para a Maçonaria tradicional; ainda não abordamos neste boletim a história da Maçonaria, sua evolução e seus diversos pensadores. Mas fizemos alusão à jornada maçônica de Guénon, sua decepção com a maçonaria racionalista. Seus discípulos, graças a seu ensinamento, participaram amplamente no renascimento do ramo neo-espiritualista, gnóstico, da Maçonaria, como simboliza a criação da loja guenoniana "a Grande Tríade" em 1947, no seio da Grande Loja da França.
As outras comunicações buscam precisar as formalidades concretas da manobra guenoniana em nosso mundo contemporâneo, seja no âmbito do intelecto, da sociedade ou do mundo político.
V - NOVA ACROPÓLE: UM CENTRO GNÓSTICO A CÉU ABERTO
Entre as oficinas consagradas à propaganda subversiva para o grande público, a Nova Acrópole é certamente uma das mais famosas e dinâmicas; é, portanto, interessante examinarmos agora o programa da seção de Lyon para o último trimestre de 1986.
As Oficinas do Homem Global constituem o ensino de base repetido mês a mês: fundada nas doutrinas gnósticas do Egito e da América do Sul e mesclada com um apelo constante ao super-homem, essa formação visa selecionar uma elite encarregada de espalhar a Gnose pelo mundo.
Os ensinamentos complementares estão bem na mesma linha: o cristianismo esotérico, isto é, aqui a gnose maniqueísta e a metempsicose; o sentido oculto da música mozartiana: não se pode esquecer que, além de sua altíssima qualidade musical, Mozart era um músico maçônico, fato particularmente nítido em uma obra como A Flauta Mágica, que Jacques Chailley pôde qualificar de ópera maçônica; o espírito do Budo é a teologia budista, panteísta, subjacente às diversas artes marciais, que é desenvolvida por Michel Random, já encontrado no colóquio guenoniano de Paris e também especialista em esoterismo muçulmano;
Quanto ao concerto de música de Natal numa igreja católica, é uma prática renovada ano após ano, com o mesmo grupo Guillaume de Machaut: o que é mais cômodo quando se quer passar por católico, uma vez que o clero (conciliar, neste caso) é cúmplice, e por que se incomodar?
A aproximação dessas diversas manifestações, em alguns meses, em Lyon, Nancy, Paris, Reims, onde se encontram os mesmos homens, os mesmos temas, habilmente entrelaçados e graduados segundo públicos particulares, deve bastar para fazer refletir as pessoas de boa fé e abrir os olhos daquelas que ainda não haviam sido informadas do escândalo permanente da penetração gnóstica nos meios católicos.
Quanto aos demais, seja qual for sua vestimenta, sua fingida ignorância tem cada vez mais dificuldade em dissimular uma cumplicidade real, profunda e lúcida. Então Deus julgará...
P. R.






