Skip to main content
Advanced Search
Search Terms
Content Type

Exact Matches
Tag Searches
Date Options
Updated after
Updated before
Created after
Created before

Search Results

2081 total results found

Lição 12: Como ocorre o erro na apreensão do universal

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a4. Não devemos deixar de observar — a6. Cometemos este erro — a13. O caso (3) pode — a17. Um exemplo de (1) — a18. Um exemplo de (2) — a25. Portanto, mesmo que alguém — a33. Quando, então, nosso conhecimento — a35. 'Mas', perguntar-se-á Após especificar ...

Lição 13: A demonstração procede de coisas necessárias

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b5. Conhecimento demonstrativo— b6. Ora, atributos que pertencem— b13. Devemos ou afirmar— b18. Que a demonstração procede— b22. Isso mostra quão ingênuo— b27. Uma prova adicional— b32. Ou ainda, se alguém— a1. Quando a conclusão— a13. Para resumir, então: ...

Lição 14: A demonstração trata e procede de coisas que são per se

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a18. Dos acidentes que são— a21. Uma dificuldade, no entanto,— a24. A solução é que— a28. Já que são justamente aqueles Após mostrar que a demonstração procede de coisas necessárias, o Filósofo mostra então que ela trata de coisas que são per se e procede...

Lição 15: A demonstração não passa de um gênero para outro alheio

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a38. Segue-se que não podemos— a39. Pois há três— b2. Os axiomas que são premissas— b8. de modo que se a demonstração— b10. Se não for assim,— b13. Por isso não pode— b17. A geometria, novamente, não pode Após mostrar que a demonstração parte de coisas qu...

Lição 16: A demonstração não é sobre coisas perecíveis, mas sobre coisas eternas

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b2l. Também é claro que— b24. A prova só pode ser— b30. O mesmo vale para— b32. Demonstração e ciência Após concluir, pelo que foi dito acima, que a demonstração não procede de princípios extrínsecos, o Filósofo pretende concluir algo mais a partir disso:...

Lição 17: A demonstração não procede de princípios comuns, mas de princípios próprios à coisa demonstrada

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b37. É evidente que se — b40. Tais provas são como — a8. As únicas exceções — a17. Não é menos evidente — a19. Isso ocorre porque — a23. Mas, como as coisas são, Acima, o Filósofo mostrou que a demonstração não procede de princípios extrínsecos; aqui most...

Lição 18: Diferença entre princípios e não princípios, princípios comuns e próprios

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a26. é difícil ter certeza — a31. Chamo de verdades básicas — a32. Quanto a ambas — a37. Das verdades básicas — a40. As verdades peculiares são — a42. Apenas uma parte delas — b2. Também peculiares b16. No entanto, algumas ciências Após mostrar que a demo...

Lição 19: Como os princípios comuns diferem entre si

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b23. Aquilo que exprime— b27. Aquilo que é capaz— M. As definições— b39. Nem as do geômetra— a3. Uma distinção adicional— a5. Assim, a demonstração não Após dividir os princípios comuns dos princípios próprios, Aristóteles agora distingue entre os princíp...

Lição 20: Relação entre as ciências demonstrativas e os princípios comuns

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a10. A lei de que é impossível — a22. A lei de que todo predicado — a26. Em virtude dos princípios comuns — a29. e em comunhão com eles Após determinar sobre os princípios próprios e comuns, o Filósofo agora mostra como as ciências demonstrativas se compo...

Lição 21: Das questões, respostas e disputas peculiares a cada ciência

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a36. Se uma questão silogística — a42. apenas aquelas questões serão — b2. Dessas questões, as — b6. Há um limite, então — b8. se, então, na controvérsia Após mostrar como as ciências demonstrativas funcionam em relação aos princípios comuns, o Filósofo a...

Lição 22: Cada ciência tem seus próprios enganos e áreas de ignorância

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b16. Visto que existem questões "geométricas"— b17. Ademais, em cada ciência especial— b19. Novamente, será o errôneo— b21. Ou, talvez, o errôneo— b23. enquanto a noção de que— b27. Em matemática, o formal— b34. Se uma demonstração tem um indutivo— b40. Por ...

Lição 23: Como a demonstração “quia” e “propter quid” diferem numa mesma ciência. Demonstração “quia” através de um efeito

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a22. Conhecimento do fato — a30. Assim, poderias provar — a39. O maior e o médio — b3. Outro exemplo é a inferência — b10. Novamente, em casos onde a causa Após determinar sobre a demonstração propter quid, o Filósofo aqui mostra a diferença entre a demon...

Lição 24: Como há demonstração “quia” através de coisas não imediatamente conectadas

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b13. Isso também ocorre quando— b14. Por exemplo, a questão— b24. Um silogismo com esse tipo— b27. Tais causas são como— b32. Assim, então, faz-se o silogismo Após esclarecer com exemplos como há demonstração quia através do efeito, o Filósofo mostra aqui...

Lição 25: Como a demonstração “quia” difere da demonstração “propter quid” quando a primeira pertence a uma ciência e a última a outra

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b34. Mas há outro modo— b35. Isso ocorre no caso— a1. (Algumas dessas ciências— a3. Aqui cabe— a10. Assim como a óptica se relaciona— a13. Muitas ciências não subordinadas Após mostrar como a demonstração quia difere da demonstração propter quid na mesma ...

Lição 26: Os silogismos demonstrativos são melhor feitos na primeira figura. Sobre as proposições negativas mediatas e imediatas

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a17. De todas as figuras — a23. Em terceiro lugar, a primeira é — a30. Finalmente, a primeira figura — a33. assim como um atributo — a36. Segue-se que, se ou — b5. Que o gênero de A — b12. Se, por outro lado — b21. Portanto, fica claro Após determinar sob...

Lição 27: Como a ignorância ou o engano relativos às coisas primeiras e imediatas pode ser induzido pelo silogismo e levar alguém a supor que algo é o que não é

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b23. Ignorância – definida não como — b28. O erro, no entanto, que — b31. Ora, dois casos são — b34. C pode muito bem — b40. Por outro lado — a6. Erro de atribuição Após determinar sobre o silogismo demonstrativo pelo qual a ciência é adquirida, o Filósof...

Lição 28: Como, silogizando na primeira ou na segunda figura, conclui-se uma falsa negativa contrária a uma afirmativa imediata

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a8. Por outro lado,— a11. Pode ocorrer quando — a14. É possível também — a20. Ou ainda, C-B — a27. Na segunda figura — a38. Ou uma premissa pode — b6. O caso é semelhante — b14. É, portanto, evidente Após mostrar como se obtém, por silogismo, uma falsa co...

Lição 29: Silogismo de ignorância em relação a proposições mediatas

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b17. No caso dos atributos— b27. Similarmente se o médio— b32. Por outro lado— a5. Quando o errôneo— a16. Se a conclusão é— a20. Isto é igualmente verdadeiro— a25. O médio pode ser— a35. Assim, temos demonstrado Após mostrar como se faz um silogismo de ig...

Lição 30: Causa da ignorância simples por negação

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a38. Também é claro — a39. uma vez que aprendemos ou... Após o Filósofo ter determinado a respeito da ignorância por engano, causada por um silogismo, ele agora determina sobre a ignorância da simples negação, que se produz sem silogismo. Primeiro, mostra...

Lição 31: Três questões sobre o prosseguir ao infinito nas demonstrações confirmativas

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b10. Todo silogismo é efetuado— b14. É evidente, então,— b18. Se nosso raciocínio visa— b24. Assim: posto que existem— b30. Suponha, então,— b34. A segunda questão é— a2. Uma terceira questão— a7. Isto equivale a— a9. Sustento que o mesmo— a15. Não se pode p...