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LIÇÃO 8 - As Proposições Modais e Sua Oposição

Comentário - Sobre a Interpretação LIVRO II

21a 34 Tendo determinado estas coisas, devemos considerar de que modo as negações e afirmações do possível e do não possível, do contingente e do não contingente, e do impossível e do necessário se relacionam entre si — uma questão de considerável dificuldad...

LIÇÃO 9 - Nas Contradições das Proposições Modais, a Negação Deve Ser Acrescentada aos Modos, Não ao Verbo

Comentário - Sobre a Interpretação LIVRO II

21b 23 Portanto, a negação de "possível ser" é "não possível ser". O raciocínio é o mesmo com respeito a "contingente ser", pois sua negação é "não contingente ser". Assim também nos outros, isto é, o necessário e o impossível. 21b 26 Pois, assim como "ser"...

LIÇÃO 10 - Os Consequentes Lógicos dos Modais

Comentário - Sobre a Interpretação LIVRO II

22a 14 As sequências lógicas resultam dos modais assim ordenados. De "possível ser" segue-se "contingente ser", e este último é conversível com o primeiro; "não impossível ser" e "não necessário ser" também se seguem de "possível ser". De "possível não ser" ...

LIÇÃO 11 - Se "Possível Ser" Se Segue de "Necessário Ser"

Comentário - Sobre a Interpretação LIVRO II

22b 29 Mas pode-se questionar se "possível ser" se segue de "necessário ser". No entanto, se não, a contraditória, "não possível ser", teria que se seguir; ou, se alguém disser que esta não é a contraditória, então "possível não ser". Mas ambas estas são fal...

LIÇÃO 12

Comentário - Sobre a Interpretação LIVRO II

A Explicação das Potências que São Chamadas Tais Equivocamente e a Determinação, Através da Noção do Impossível, do Possível que Se Segue ao Necessário 23a 6 Mas algumas são chamadas potencialidades equivocamente, pois "possível" tem mais de um significado....

LIÇÃO 13 - A Contrariedade das Opiniões na Mente É Constituída por uma Oposição do Verdadeiro e do Falso

Comentário - Sobre a Interpretação LIVRO II

23a 27 Há uma questão sobre se o contrário de uma afirmação é uma negação, ou se o contrário de uma afirmação é outra afirmação; e, no caso do discurso, se aquele que diz que nenhum homem é justo é contrário àquele que diz que todo homem é justo, ou se aquel...

LIÇÃO 14

Comentário - Sobre a Interpretação LIVRO II

A Oposição do Verdadeiro e do Falso que Constitui a Contrariedade das Opiniões É a Oposição Segundo a Afirmação e a Negação do Mesmo Predicado do Mesmo Sujeito 23b 13 Antes, aquelas opiniões nas quais há falácia devem ser postuladas como contrárias às opini...

Prefácio

Comentário aos Analíticos Superiores

Como diz o Filósofo na Metafísica I (980b26), “a raça humana vive pela arte e pelos raciocínios”. Nesta afirmação, o Filósofo parece tocar naquela propriedade pela qual o homem difere dos outros animais. Pois os outros animais são levados a seus atos por um im...

Prefácio por James A. Weisheipl, O.P.

Comentário aos Analíticos Superiores

O propósito da lógica é fornecer um guia analítico para a descoberta da verdade demonstrada e de todas as suas várias aproximações ao longo das ciências filosóficas. Nas palavras de Santo Alberto Magno, a lógica “ensina os princípios pelos quais se pode chegar...

Lição 1: A necessidade do conhecimento preexistente em todo aprendizado

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a1. Todo ensinamento dado— a3. As ciências matemáticas— a4. e assim também as duas— a8. novamente, a persuasão Deixando de lado as outras partes da lógica, fixaremos nossa atenção na parte judicativa, conforme apresentada no livro dos Segundos Analíticos,...

Lição 2: Extensão e ordem do conhecimento pré-existente necessário para obter ciência

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

71a11. O conhecimento pré-existente — a16. Reconhecimento de uma verdade Após mostrar que toda disciplina se desenvolve a partir de conhecimento já existente, o Filósofo mostra qual é a extensão desse conhecimento pré-existente. Sobre isso, ele faz duas c...

Lição 3: Conhecimento pré-existente da conclusão

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a24. Antes de ser conduzido— a28. Se esta distinção— a30. pois não podemos— b1. contudo, o que sabem —b5. Por outro lado Tendo mostrado a maneira como certas outras coisas devem ser conhecidas antes que se obtenha o conhecimento da conclusão, o Filósofo d...

Lição 4: Natureza do silogismo demonstrativo

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b8. Cremos possuir— b10. quando julgamos que— b12. Ora, o conhecimento científico— b14. Por conseguinte, o objeto próprio— b16. Pode haver outro— b17. O que agora afirmo— b18. Por demonstração entendo— b19. um silogismo, isto é— b20. Supondo, pois, que minha...

Lição 5: Proposições primeiras e imediatas

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a8. Uma ‘verdade básica’ em — a9. Uma proposição é — a10. Se uma proposição é dialética — a11. O termo ‘enunciação’ — a15. Chamo de imediata — a19. Se uma tese assume Visto que o Filósofo afirmou acima que a demonstração procede de “princípios primeiros e...

Lição 6: Conhecimento dos princípios imediatos

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a25. Ora, visto que o necessário— a28. pela causa de uma— a33. Ora, ninguém pode acreditar a36. é preciso acreditar nos— atributo— a38. não deve apenas ter Depois de mostrar o que são os princípios imediatos, o Filósofo agora determina acerca do nosso con...

Lição 7: Discussão de dois erros — exclusão do primeiro

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b5. Alguns sustentam que, por — b8. A primeira escola — b15. O outro grupo concorda — b18. Nossa própria doutrina é que Após determinar sobre o conhecimento dos princípios da demonstração, o Filósofo agora exclui os erros que surgiram dessas determinações...

Lição 8: O segundo erro é excluído mostrando-se que a demonstração circular não é aceitável

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b25. Ora, a demonstração deve— b33. Os defensores da circular— b38. Assim, pela prova direta— a1. Visto que então— a6. Além disso, mesmo tal Após excluir um fundamento falso ao mostrar que nem toda ciência depende de demonstração, o Filósofo agora exclui ...

Lição 9: Como algo é dito ser predicado de todo

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a2l. Uma vez que o objeto do puro— a25. e como preliminar— a28. Chamo de 'verdadeiro em todo— a32. Há evidência para Após mostrar o que é um silogismo demonstrativo, o Filósofo nesta seção começa a mostrar a natureza e as características das coisas que co...

Lição 10: Como algo é dito ser predicado por si de uma coisa

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

a34. Atributos essenciais são — a38. (2) tais que, embora — b5. Além disso (a) que — b10. Em outro sentido novamente — b16. Até agora, no que diz respeito — b25. Assim, pois, temos Após determinar sobre o "dito de todo", o Filósofo agora determina sobre o...

Lição 11: Como algo é dito ser predicado como universalmente comensurado

Comentário aos Analíticos Superiores LIVRO I

b27. Denomino 'comensuradamente' — b28. do que claramente se — b29. O atributo essencial — b32. Um atributo pertence — b34. Assim, por exemplo, (1) o — a1. e a demonstração Após determinar sobre o "dito de todo" e o "dito per se", o Filósofo aqui determin...