NOTAS DE GERÊNCIA
ALGUMAS OBSERVAÇÕES
Como podem notar no verso deste Boletim, o cargo de Administrador da nossa Sociedade acaba de mudar de titular. Contudo, o modo de pagamento permanece o mesmo, e aproveitamos a oportunidade para lembrar aos nossos leitores e assinantes que todas as remessas de fundos, cheques postais ou bancários, devem ser feitos em nome do Administrador, e não em nome da Sociedade.
Da mesma forma, a correspondência registrada deve ser enviada para um nome pessoal — o do Administrador ou o do Secretário — e não para o da Sociedade: devido a isso, diversas cartas foram perdidas no passado, pois os correios (P.T.T.) recusavam-se a entregá-las.
RESULTADOS
O ritmo das assinaturas prossegue de forma satisfatória, o que deve nos conduzir, dentro de dois anos, ao número almejado inicialmente.
No entanto, dois pontos negativos nos causam certa preocupação. Primeiramente, como no passado, os envios feitos a pedido de assinantes para endereços de amigos têm um retorno muito baixo, que sequer amortiza os custos: é necessário, portanto, lembrar que um endereço só deve nos ser comunicado se corresponder a uma pessoa que já esteja ciente do nosso trabalho, realmente interessada e propensa a assinar.
Por outro lado, um certo número de pessoas não renova sua assinatura imediatamente após o vencimento e acaba por esquecer-se de fazê-lo, o que nos obriga a uma correspondência longa e onerosa. A baixa periodicidade da nossa publicação — semestral — aumenta esses esquecimentos por não permitir lembretes frequentes: é, pois, tanto mais necessário reagir prontamente enviando o formulário de renovação, que é sempre anexado no momento oportuno.
PARA NOS AJUDAR
A venda de exemplares avulsos atingiu, pela primeira vez, um nível interessante em cerca de vinte cidades, fornecendo assim um fôlego financeiro muito necessário, tendo em vista o forte aumento da tiragem do nº 4, aumento este mantido para este nº 5.
Que os nossos amigos que ainda não se manifestaram para esta distribuição local o façam sem demora, especialmente no Sul da França, onde o nosso trabalho é relativamente pouco conhecido até o momento.