AS LUTAS DO PADRE BARBIER
"Ao nosso caríssimo filho Emmanuel BARBIER, Padre, felicitando-o de todo o coração por ter merecido muito da causa católica e rogando a Deus que lhe conceda em recompensa toda a prosperidade e todos os favores, Nós concedemos mui afetuosamente, em testemunho de nossa benevolência, a bênção apostólica". S. S. PIO X - 3 de maio de 1912
A História do Catolicismo Liberal e do Catolicismo Social na França, de 1870 a 1914, obra em cinco volumes do Padre BARBIER, só foi escrita ao final de sua vida. Anteriormente, seu instrumento de combate havia sido a revista "La Critique du Libéralisme" (A Crítica do Liberalismo), fundada em 1908. Queremos mostrar quais obstáculos ela enfrentou e a extensão da oposição com a qual teve de lidar.
O Padre BARBIER foi atacado principalmente a propósito dos casos de Aix, Nice e Agen. A origem do conflito em cada um desses litígios foi a revelação, pela revista, de infiltrações modernistas no ensino de um seminário.
Qualquer intenção de denúncia estava ausente; os artigos da revista evitavam cuidadosamente revelar em quais dioceses os fatos haviam ocorrido; sua razão de ser era apenas constatar a realidade e a profundidade de um mal cuja existência era negada, e explicar como correntes perigosas estavam difundidas na formação do clero.
O caso mais grave foi o de Nice, que eclodiu em 15 de novembro de 1911, devido a um artigo que expunha o ensino do qual estava impregnada uma escola da diocese — ensino este que era o oposto da Encíclica PASCENDI. A reação do bispo de Nice, Dom CHAPON, foi violenta: interdição da revista na diocese, proibição aos padres e fiéis de corresponderem com ela e proibição ao Padre BARBIER de celebrar a Missa na diocese de Nice.
Essas medidas foram seguidas e apoiadas por um artigo estrondoso do Le Figaro de 28 de dezembro de 1911, onde se podia ler: "Esta condenação aliviará as consciências católicas que uma certa monomania de denúncia perturbava profundamente".
Toda a imprensa na França, e ainda mais no exterior, fez alarde do evento, mas Dom CHAPON foi convidado pela Congregação Consistorial de Roma a retirar sua sentença; o bispo de Nice informou que, para se conformar a um aviso recebido do Santo Padre, levantava a interdição da revista. No entanto, manteve inteiramente seu ponto de vista, acrescentando: "a questão de fundo permanece intacta, ou melhor, está resolvida contra o nosso caluniador".
No curso desses combates de imprensa, o que se reprovava no Padre BARBIER? É necessário, primeiro, ressaltar que não se lhe opôs nenhuma refutação doutrinária; não se opôs doutrina contra doutrina; não houve qualquer discussão teológica; apenas lançaram contra ele insultos e queixas pessoais.
O Padre BARBIER foi qualificado como "raseur" [maçante/chato]: esta alusão ao seu nome [Barbier/Barbeiro] não denotava um grande esforço de imaginação. A "Libre Parole" denunciava "os pequenos padres de literatura e de salão, os Almavivas de sacristia": este trocadilho, que pretendia ser espirituoso, não traduzia um conhecimento muito profundo da peça de Beaumarchais a que fazia alusão; todos sabem que o Barbeiro de Sevilha não era o conde Almaviva, mas Figaro.
Examinemos as queixas retidas contra o Padre BARBIER.
Primeira queixa: o Padre BARBIER servia a interesses políticos. A "Libre Parole" de Bazire, ex-presidente da ACJF, escreveu em 12 de agosto de 1910: "há um só grito entre os católicos para pedir que cesse enfim esta campanha de denúncia, de excomunhão, de divisão, movida por homens cujas segundas intenções políticas se adivinham".
A Semana Religiosa de Toulouse expressava-se no mesmo sentido: "esta revista, sob o especioso pretexto de servir à causa da integridade doutrinária, mas na realidade pelo único interesse, fácil de descobrir, de uma causa puramente política, esta revista aplica-se a denegrir profundamente bispos, instituições, escolas, semanas religiosas".
Não conhecemos resposta do Padre BARBIER a esta queixa, mas é fácil replicar que se pode desafiar qualquer um a encontrar política em textos que apenas defendem a religião. Por outro lado, há o embaraço da escolha para citar profissões de fé políticas entre os liberais e os modernistas. Marc SANGNIER, o Padre GAYRAUD, o Padre NAUDET, nunca deixaram de ostentar seu entusiasmo pela democracia. Não resistimos à vontade de citar duas amostras típicas: uma frase do cônego BRETTES: "A conclusão da construção da basílica do Sagrado Coração de Montmartre será um triunfo da democracia"; um artigo do jornal "L'Etoile de la Vendée" protestando contra a decisão do Conselho Municipal de Sables d'Olonne de retirar uma estátua de Cristo no Calvário. Só se pode aprovar a oposição do "L'Etoile de la Vendée", mas esta folha dá como razão para este protesto: "que jamais na história do mundo um personagem personificou a ideia republicana de forma tão perfeita quanto o Cristo Jesus, cujos braços abertos dizem tão claramente a todos os povos: vinde a mim, eu vos trago a liberdade, a igualdade e a fraternidade".
Segunda queixa contra o Padre BARBIER: a de defender a causa dos agnósticos e ateus da Action Française. Diz-se que o cardeal AMETTE, em 1912, viajou a Roma para fazer condenar simultaneamente a "L'Action française" e "La Critique du Libéralisme". O primeiro pedido só surtiu efeito em 1926, ou seja, quatorze anos depois, e o segundo não teve nenhum. Seja como for, não houve relações entre as duas publicações.
Terceira queixa contra o Padre BARBIER: ele não tem mandato. Esta queixa é repetida com muita frequência. Podia-se ler no "Le Bulletin de la Semaine" de 3 de janeiro de 1912: "já chega desses Arsène Lupin sem mandato nem responsabilidade". Um franciscano, o R. P. Michel Ange, escreveu ao Padre BARBIER: "Há muito tempo, tempo demais, que um punhado de pessoas, sem autoridade e sem mandato, pretendem impor-se a todos e ditar a lei ao mundo inteiro".
Pode-se citar também o bispo de Agen dizendo: "Acontece que censores do próximo atribuem a si mesmos um mandato para o qual não têm nenhum título, nem mesmo o de um conhecimento particular das questões". A Semana Religiosa de Toulouse escreveu em 25 de julho de 1909: "Quanto aos espíritos melancólicos, muito poucos em número certamente, esperamos ter-lhes feito entender, sem entristecê-los, que se enganariam de papel se se constituíssem, sem autoridade e sem mandato, censores daqueles que têm, estes sim, a missão de instruí-los, de guiá-los e de repreendê-los". O R. P. GARDEIL, dominicano, pregando no Instituto Católico de Paris, falava de "mantenedores ranzinzas da fé, inquisidores sem mandato".
A resposta a esta queixa, o Padre BARBIER deu-a explicando que aqueles que não têm grau na hierarquia eclesiástica não têm missão de decidir ou julgar o que é verdadeiro ou falso, mas que, se não têm o direito de definir, têm o direito e o dever — dever de caridade — de dar a conhecer o que foi previamente reconhecido como verdadeiro. É um preceito de direito natural, confirmado e transfigurado pelo preceito da caridade sobrenatural, que exige que todo homem capaz de manejar utilmente uma pena, e conhecendo suficientemente as questões de que trata, venha, se puder, em socorro da verdade em favor de seus irmãos. Isso é verdade não apenas para os padres, mas até para os leigos.
Dom PARISIS, bispo de Langres, escrevia: "Quando Justino, leigo e filósofo platônico, obteve do imperador Antonino um edito que suspendia as perseguições; quando Atenágoras dirigiu sua apologia do cristianismo a Marco Aurélio; quando Clemente de Alexandria publicou sua exortação aos pagãos; quando Arnóbio, ainda simples catecúmeno, difundiu seu livro contra os gentios; será que alguém se lembrou de lhes dizer que não tinham missão? Por acaso todo fiel não tem a missão de combater, por sua parte e segundo seus meios, os inimigos de Deus?"
Acrescentaremos uma observação: aqueles que reprovam os "inquisidores sem mandato" dizem-se, eles próprios, liberais. Por definição, os liberais são aqueles que reconhecem os mesmos direitos à verdade e ao erro, à religião verdadeira e às religiões falsas e aos adversários de toda religião. Resulta, portanto, que, para esses liberais, os protestantes, os judeus, os muçulmanos, os agnósticos, os ateus têm direitos, mas que, por outro lado, os católicos sem mandato não os têm. Entenda quem puder esta contradição.
Quarta queixa contra o Padre BARBIER: ele toma sua opinião pessoal por regra de fé. É, de fato, um subterfúgio dos liberais apresentar as verdades católicas que eles não querem mais como opiniões pessoais. Dom CHAPON levantou-se contra "os denunciadores apaixonados ou temerários, ávidos em sinalizar a heresia de toda opinião contrária à sua opinião pessoal". Defender a fé não é defender uma opinião. A fé não é facultativa.
Quinta queixa contra o Padre BARBIER: ele carece de caridade. Isso é cometer uma confusão. Não há caridade para com os erros, há caridade apenas para com as pessoas. Aqui, é preciso reconhecer uma certa lógica ao liberalismo. Para ele, o erro tem direitos, portanto, tem o direito de ser tratado com caridade. Resulta daí que os direitos do erro limitam os direitos da verdade. "O liberalismo", diz o Padre BARBIER, "tem uma forma de compreender a virtude da caridade que consiste em obrigar esta virtude a servir de barricada contra a verdade. Chega-se a considerar a afirmação da verdade como uma provocação, um atentado contra a caridade".
Infelizmente, a censura de faltar com a caridade toca muitos fiéis, e isso é grave. É necessário recordar que nem só de pão vive o homem, mas da palavra de Deus e que, em consequência, é preciso dar a conhecer esta palavra de Deus àqueles que a ignoram, a deformam ou mesmo a negam? É, portanto, uma caridade desenganar aqueles que estão no erro e prevenir aqueles que poderiam nele cair.
Sexta queixa contra o Padre BARBIER: trata-se de uma queixa pessoal: ele teve um livro no Índex. Isso é exato. A obra "O Progresso do Liberalismo Católico na França sob o Papa Leão XIII" foi colocada no Índex. Os liberais a trataram como a "falsificação mais desavergonhada da história que já foi tentada".
Foi um fardo pesado para o Padre BARBIER, mas é necessário notar que esta inclusão no Índex foi motivada apenas por uma razão de oportunidade e de forma alguma por uma razão doutrinária. Aliás, todas as ideias expressas no livro foram retomadas na "Crítica do Liberalismo", que não foi objeto de nenhuma condenação. Notemos, além disso, que outros autores sofreram condenações por parte de autoridades eclesiásticas e não suscitaram de modo algum a indignação dos liberais. O cardeal ANDRIEU publicou uma ordenação contra o "Bulletin de la Semaine". A coleção dos "Annales de Philosophie chrétienne" de 1905 a 1913 foi colocada no Índex.
O que se pode concluir da inscrição no Catálogo do Índex de "O Progresso do Liberalismo Católico na França sob o Papa Leão XIII"? Simplesmente isto: que, por mais necessária que possa ter sido, a instituição do Índex, suprimida hoje, comportava excessos. Comportava também falhas e lacunas. Por exemplo, "O Capital", de Karl Marx, não figurou no catálogo do Índex. É que em 1867, data de sua publicação, não se lhe deu muita importância e a obra não foi lida pelos membros da congregação. Só se tornou célebre mais tarde.
Subestimar-se-iam gravemente as dificuldades do combate do Padre BARBIER se não se tivesse uma ideia dos meios de que dispunham seus adversários. Por isso, acreditamos que, ao risco de parecer fastidioso, convém dar uma visão geral dos títulos de revistas e jornais de que dispunha a imprensa liberal e modernista nos anos de 1910-1914.
Revistas religiosas:
"L'Ami du Clergé" falou de pecado de monarquia, apoiou a ação liberal de Piou e tratou os membros do Sillon como "defensores da Igreja".
"Les Annales de Philosophie chrétienne" elogiaram obras modernistas. A coleção dos anais de 1905 a 1913 foi, aliás, como dissemos anteriormente, colocada no Índex.
"Le Bien du Peuple", de Agen, dirigido por um padre, disse que o Padre BARBIER afiava, no altar de sua Missa diária, para seus duelos heroicos, a espada de M. de Cassagnac.
"Le Bulletin de la Semaine" trabalhou para fazer os católicos aceitarem a separação da Igreja e do Estado.
"Le Correspondant" fez uma profissão de fé liberal em 1874, reeditada em 1908.
"Demain", revista modernista fundada em Lyon, fez campanha pela aceitação da separação da Igreja e do Estado e pelo casamento dos padres.
"Le Petit Démocrate", de Limoges, dirigido por padres, escreveu em 1909: "a leitura das obras do Padre BARBIER produz tais efeitos em certos cérebros que eles chegam a viver num contínuo estado de superexcitação e a não ver ao seu redor senão hereges e traidores".
Já citamos "L'Etoile de la Vendée".
As "Études", dos padres jesuítas, publicaram em 1914 um manifesto contra os "integrais". Este era o termo usado na época para designar aqueles que hoje chamamos de tradicionalistas ou integristas.
O "Journal de Roubaix" apoiou o Padre LEMIRE.
Mencionemos "La Liberté du Cantal", "La Liberté du Sud-Ouest", "La Justice sociale", do Padre NAUDET.
"L'Observateur français" publicou um artigo ousado sobre a questão bíblica que, aliás, foi censurado pelo cardeal Perraud.
A "Quinzaine", dirigida por Fonsegrive, católico liberal e modernizante, apoiou Loisy e publicou os artigos de Le Roy "O que é um dogma?", que arruínam a fé. Seu comentário da encíclica PASCENDI toma o caminho oposto a ela.
A "Revue du Clergé français" declara-se liberal e progressista, amplamente acolhedora para tudo o que não for contrário aos ensinamentos da Igreja.
A "Revue pratique d'Apologetique" publicou um artigo sobre o Padre Lesêtre onde o objeto da fé e o sobrenatural na Bíblia são minimizados. Esta revista admite a existência do inferno, admite a pena de dano, mas no que concerne à pena de sentido, aquela que atinge o corpo, pretende que a Igreja nada definiu.
Seguem-se as semanas religiosas:
Muitas elogiaram políticos corruptos. A Semana Religiosa de Arras acusou o Padre BARBIER de crítica puramente negativa; a Semana Religiosa de Autun elogiou Briand; a Semana Religiosa de Nice falou do retorno inesperado de Ribot ao poder em 1914 e o qualificou como defensor das liberdades religiosas (???); a Semana Religiosa de Paris defendeu os modernistas; já falamos da Semana Religiosa de Toulouse, que se levantou contra os inquisidores sem mandato.
"La Vie catholique", do Padre Dabry, abriu suas colunas ao Padre Gayraud, autor do folheto "Pode um católico ser socialista?".
Apesar de tudo, estas revistas tinham tiragem limitada; os jornais diários tiveram mais influência sobre a opinião. Os principais foram La Croix, Le Figaro, La Libre Parole, L'Univers.
Três desses jornais — La Croix, La Libre Parole, L'Univers — inicialmente defensores da fé, tomaram um rumo ruim. La Croix, fundada pelos assuncionistas, salvo uma campanha exagerada a propósito do "Ralliement" [adesão à República], permaneceu no geral conforme à ortodoxia; levantou-se energicamente contra Waldeck-Rousseau, mas, por uma injunção deste político, Leão XIII obrigou os assuncionistas a deixar a direção do jornal. La Croix, sob a direção de Bouvattier, abraçou a política da escola liberal. Quando se discutiu a lei de separação, o La Croix não tomou partido. Não tinha opinião. Em 1910, apoiou no Conselho Municipal de Paris um candidato radical contra um candidato católico. É preciso mencionar também os La Croix de província que seguiram uma orientação política análoga à do La Croix de Paris.
O Le Figaro fez campanhas políticas úteis, mas a chegada do jornalista de Narfon trouxe uma distorção entre a atitude política do jornal e sua atitude religiosa. O Le Figaro, sob a pena de Narfon, foi nitidamente modernista e "sillonista"; vimos que atacou violentamente o Padre BARBIER a propósito do caso de Nice. No entanto, enquanto o Le Figaro esteve sob a direção de Calmette, de Narfon ainda era contido; ele extravasava sua virulência no jornal de Genebra. Após o tiro de revólver da Sra. Caillaux em Calmette, em 1914, ele não teve mais limites e, através dele, o Le Figaro intoxicou a opinião católica durante a guerra e o imediato pós-guerra. O público que lia o Le Figaro por razões políticas deixava-se seduzir muito facilmente por sua propaganda religiosa. Pensamos que a influência subversiva nefasta do Le Figaro nessa época não foi suficientemente sublinhada.
"La Libre Parole" era o jornal de Drumont, não apenas antissemita como se disse, mas combatendo a finança judaica. Em 1910, Drumont cedeu a propriedade e a direção de seu jornal a Bazire. Sob Bazire, a Libre Parole tornou-se liberal e modernista. Ela atacou o Padre BARBIER.
"L'Univers", inicialmente ultramontano com Louis Veuillot, sofreu uma guinada em 1893 após o "Ralliement". Com François Veuillot, apoiou a tese liberal do direito comum, formulou um projeto de congresso das religiões e, no caso da separação da Igreja e do Estado, manteve uma tribuna aberta e publicou artigos do Padre Gayraud contra a resistência aos inventários.
Após esta enumeração já longa, o que resta como imprensa clarividente? Aqui, temos poucos nomes a citar:
- "La Vérité française", que havia recebido uma carta de censura do cardeal RAMPOLLA em 1895, teve dificuldades com Dom SERVONNET, arcebispo de Bourges. Finalmente, o L'Univers conseguiu que a "Vérité française" se fundisse a ele. Seu tempo havia acabado.
- "La Critique du Libéralisme", do Padre BARBIER.
- "La Vigie".
- "La Foi catholique", do cônego GANDEAU.
- a Semana Religiosa de Cambrai com Dom DELASSUS.
- alguns diários de província como o Le Nouvelliste de Lyon, L'Eclair de Montpellier, Le Nouvelliste de Bretagne.
Sabe-se que as forças à disposição da contrasubversão não iam longe. O Padre BARBIER recebeu encorajamentos, promessas e a bênção de Pio X. Isso não era suficiente. Seu combate estava humanamente perdido de antemão, dados os meios de que dispunham seus adversários. O mal já era profundo naquela época. Isso não significa que todos os bispos, todo o clero, todos os padres fossem modernistas. Longe disso, mas o número nada significa. Sem o número, mas com a imprensa, o liberalismo e o modernismo eram onipotentes. Desta potência, resultaria que o número viria em seguida.
O modernismo clássico reprimido por Pio X, o progressismo contido por Pio XII, conservaram essa onipotência que está na origem da decomposição atual do catolicismo.
G. L.