Rudolf Steiner e a inspiração teosófica de Assis
« O Homem... ». « O Homem... ». O tema obsessivo do « Homem » em Karol WOJTYLA, o número infinito de textos de seus discursos sobre a « religião do Homem » e a deificação da Humanidade já se tornaram hoje um lugar-comum: em sua primeira encíclica « Redemptor Hominis », somente, « o Homem » não aparece menos de 245 vezes! ¹
Uma das fontes desse antropocentrismo deificador deve ser buscada nos anos da primeira formação de Karol Wojtyla.
Damos uma pista: um dos três mestres que mais influenciaram o jovem Wojtyla, aquele que modelou sua formação de ator e deixou um traço indelével em seu espírito, foi, segundo todas as fontes biográficas, um teósofo, grande leitor de Rudolf STEINER.
Assunto, portanto, a aprofundar. Em seguida, algumas das provas.
I. A TEOSOFIA EM WOJTYLA
I - 1: WOJTYLA discípulo de KOTLARCZYK
Ouçamos seus dois biógrafos poloneses. O primeiro, George BLAZYNSKI, « redator e comentarista da BBC », manteve « entrevistas com a maioria daqueles que o conheceram de perto ». « Em muitas passagens, Blazynski certamente nos contagia com sua exaltação diante da personalidade « carismática » (...) de seu biografado » ². Não é, portanto, suspeito de parcialidade para com ele.
« Em 1940-41, Wojtyla foi um dos primeiros a unir-se ao novo Teatro Rapsódico clandestino como ator e coprodutor. A paixão de toda a sua vida pelo jogo teatral tornava-se finalmente realidade. Foi aproximadamente nessa época, segundo alguns de seus amigos, que sentiu uma atração sentimental por uma jovem.
O Teatro Rapsódico foi organizado por Mieczyslaw KOTLARCZYK, a quem Wojtyla conhecera primeiro no tempo de colegial em Wadowice, quando Kotlarczyk tinha o costume de ajudá-lo na sociedade dramática da escola. Kotlarczyk tivera de sair de Wadowice (que pertencia agora ao III Reich, graças à habilidade de Hitler em cartografia). Foi para Cracóvia e, por sugestão de Wojtyla, mudou-se para a « catacumba » da rua Tyniecka com sua mulher.
O grupo teatral clandestino de três atrizes e dois atores (Wojtyla incluído) que Kotlarczyk reunira fazia-se chamar a princípio « Teatro da Palavra Falada ». O nome resumia suas atividades. Esse pequeno grupo subversivo estava totalmente afastado de todos os meios normais de produção dramática, de todos os complexos recursos de cenário e palco que caracterizam o teatro convencional. Só lhes restava a palavra viva, falada... » ³.
O outro biógrafo polonês, Mieczyslaw MALINSKI, « nasceu em Cracóvia em 1923. Foi companheiro de infância e de estudos de Karol Wojtyla, e percorreram juntos o mesmo caminho espiritual que os conduziu ao sacerdócio ». Um bom especialista no assunto e grande leitor, o abade DE NANTES, considera seu testemunho « o mais leal, o mais interessante e o mais completo » ⁵
« Em seu tempo de colegial, encontra seu verdadeiro mestre em Mieczyslaw KOTLARCZYK. Este não é somente um organizador de academias, festas e representações, mas é um artista autêntico, animado das ideias mais profundas. Descobre a Karol, que o escuta encantado, a força da arte, sua tarefa de gravar a sociedade, de melhorá-la espiritual e moralmente; descobre-lhe o significado do ator como sacerdote da arte, como portador de responsabilidade diante dos destinos da nação » ⁶.
« Nesse tempo, o antigo mestre de Karol, Mieczyslaw KOTLARCZYK, está procurando um apartamento em Cracóvia. Karol lhe oferece sua casa. E o Senhor Kotlarczyk aceita com alegria e muda-se com sua mulher para a rua Tyniecka » ⁷.
« Nesse ínterim, os ensaios teatrais continuam, dirigidos por Mieczyslaw KOTLARCZYK. Com a ajuda de antigos colegas de ambos os sexos, preparam-se as eventuais representações dos grandes clássicos poloneses: Mickiewicz, Zeromski, Wyspianski, Slowacki. Não se trata de uma espécie de teatro de amadores, de um círculo de entusiastas. Todo o grupo é movido por essa ideia que Kotlarczyk já havia comunicado aos jovens colegiais de Wadowice. Todos no grupo olham o artista como um sacerdote. O sacerdote da arte. Que é chamado a remodelar o mundo ao redor, a eliminar o mal com a beleza, a participar da educação do homem novo, do homem bom, honesto, justo, que ama a paz e é aberto ao mundo e aos outros homens.
Dessa maneira, Karol vive numa tensão cada vez mais forte. Tensão entre o sacerdócio da arte e o sacerdócio da Igreja. Entre Kotlarczyk e Tyranowski. Entre seu jogo no palco e seu jogo de pastor » ⁸.
Em resumo: KOTLARCZYK foi um mestre querido de Wojtyla - este o hospedou em sua casa em Cracóvia - e marcou-o com a marca indelével do « sacerdócio da arte »...
I - 2: KOTLARCZYK, Teósofo
Rocco BUTTIGLIONE, um leigo de « Comunione e Liberazione », é o melhor biógrafo intelectual de Wojtyla: « O autor partilha totalmente as ideias filosóficas do papa e seu trabalho é uma verdadeira mina de informações a esse respeito » ⁹.
Por ocasião da publicação da edição original italiana de sua obra ¹⁰, em 1982, « SAPIENZA », a revista filosófica dos dominicanos da província de Nápoles, a pátria do Doutor Angélico, escrevia isto:
« Il pensiero di Wojtila è stato soprattutto, fino alla elzione al pontificato, una « filosofia dell'uomo », ciò che Buttiglione ritrove, oltre che nel filosofia, nel teologo e nel poeta » ¹¹.
A tradução francesa, de 1984 ¹², foi assim julgada pela revista « católica internacional » - sai em 12 línguas! - « Communio », próxima do pensamento de Von Balthasar e Ratzinger:
« Um livro capital para compreender a obra filosófica, teológica e poética daquele que devia tornar-se o papa João Paulo II » ¹³.
Ora, BUTTIGLIONE afirma a inspiração teosófica de KOTLARCZYK:
« Sobre a relação entre as palavras e as coisas, KOTLARCZYK leu e meditou textos da tradição teosófica (de Helena Petrovna Blavatsky...), de fonética e de linguística (Otto Jespersen), da tradição hebraica (Ismar Elbogen), fundindo tudo numa síntese totalmente pessoal » ¹⁴.
« TRIADES », uma revista de antroposofia, que traz como subtítulo « Revista de cultura humana inspirada no ensinamento de Rudolf Steiner » e reconhecida como de utilidade pública na República maçônica francesa por decreto de Pompidou em 1972, publica em 1980 um artigo sobre a orientação de João Paulo II:
« Foi na clandestinidade que ele foi então um dos primeiros atores a ligar-se ao « Teatro rapsódico » (...) que, nessa luta, só recorria a uma arma única e legítima: a palavra. Seu engajamento na arte do palco e da palavra, que conduziu Karol Wojtyla a escrever mais tarde suas próprias peças de teatro, fê-lo encontrar Mieczyslaw KOTLARCZYK, com quem se liga de amizade e trabalha a arte da palavra em coro como um novo elemento da arte do palco. KOTLARCZYK, em seu empreendimento, não se apoiava apenas no romantismo polonês, mas também nos místicos do Leste e do Oeste e em Rudolph STEINER e seu Goetheanum em Dornach. Convencido de seu poder, cultivava a palavra, o Logos, como João, o Evangelista, o proclamou.
Não há dúvida de que sua influência foi grande sobre Karol Wojtila que, quando já era cardeal de Cracóvia, escreveu a introdução do livro de KOTLARCZYK: « A arte da palavra viva », no qual este revelava seus pensamentos » ¹⁵.
Em resumo:
- Em Wojtila, segundo Buttiglione, « a influência da experiência vivida com KOTLARCZYK será profunda e duradoura » ¹⁶.
- KOTLARCZYK « leu, meditou » e « apoiou-se », isto é, inspirou-se na « tradição teosófica » (Buttiglione) e, principalmente, em Rudolf Steiner e seu Goetheanum de Dornach (aldeia a 10 km de Basileia, Suíça, « Vaticano » da Antroposofia fundada por Rudolph Steiner em 1913, e da qual o « centro espiritual » ¹⁷ é o Goetheanum):
« A partir de setembro de 1913, STEINER empreende, em Dornach, perto de Basileia, na Suíça, a construção de um Templo-teatro ao qual ele dá o nome de GOETHEANUM em honra de Goethe. Houve sucessivamente dois Goetheanum. O primeiro, que era construído em madeira, foi incendiado, sem dúvida por contestadores. O segundo, edificado em concreto, subsiste ainda hoje e serve de sede social à « Sociedade Antroposófica Universal ». É igualmente um centro muito ativo de atividade teatral, musical e intelectual. O Goetheanum de Dornach porta oficialmente o título de Universidade livre das Ciências do Espírito » » ¹⁸.
1 - 3: WOJTYLA, acusado de TEÓSOFO
Já desde 1983, é o abade de NANTES quem melhor analisou a influência de Rudolf Steiner sobre Karol Wojtyla, desvendando as raízes e as influências teosóficas e antroposóficas de muitos de seus discursos. E, além disso, contou com o testemunho de testemunhas diretas:
« Quase não fui esclarecido por minhas leituras; foram testemunhas de vossa vida que me esclareceram tudo » ¹⁹.
O « Liber Accusationis Secundus », de 1983, dedicado a denunciar « o humanismo maçônico e o modernismo anticatólico de João Paulo II », consagra várias páginas à análise da influência teosófica sobre Karol Wojtyla. Citemos alguns textos:
- « Vós fostes o joguete, digo bem: o joguete, de duas forças ocultas das quais aliás permaneceis prisioneiro. Voluntário. A primeira, a mais grave, vos captura porque amáveis demais o teatro. Sim, as gentes de teatro amam a ilusão, a vida no irreal; imaginam-se ora sedutores, dominadores, magos criadores de mundos invisíveis, comunicando-se com as forças telúricas, o cosmos, o futuro... E sempre apaixonadamente amados, ídolos das multidões. Justamente, vosso mestre e amigo Mieczyslaw KOTLARCZYK era desses iniciados e iniciadores maléficos. Era, desde essa época, discípulo do teósofo Rudolf Steiner.
INICIAÇÃO TEOSÓFICA
Nota-se que sentistes a paixão do teatro desde Wadowice, tão forte que a proposta de ser padre vos deixa indiferente. E já KOTLARCZYK era vosso « velho amigo » ²⁰. Mal um ano decorrido, este funda seu Teatro rapsódico, do qual sois o primeiro e principal ator. Logo alojareis em vossa própria casa aquele que se fazia chamar « o mestre da palavra », ou ainda « o arquipresbítero », cujos atores eram os sacerdotes desse estranho culto que explicáveis a Malinski em termos que lhe pareceram « excessivos » » ²¹.
« Infelizmente, eis fatos, escritos, provas de que sois iniciado, mais que amigo íntimo, discípulo. Sectário do teósofo Rudolf Steiner » ²².
« Parece impossível contestar que vos tenhais tornado então, há quarenta anos! e tínheis apenas pouco mais de vinte! steineriano. Isso salta aos olhos e dá um alcance totalmente outro a vossos discursos humanistas que milhões de fiéis, de padres e de bispos escutam sem mais os ouvir, atribuindo seu estilo confuso e suas tenebrosas audácias a vosso gênio « germano-eslavo » ao qual os Latinos são rebeldes. Trata-se de coisa totalmente diversa! Vossa imprudência, Karol Wojtyla, foi consentir, já cardeal, esse prefácio ao livro teosófico de vosso mestre e amigo Kotlarczyk! esse prefácio, que não figura nas recensões de vossos trabalhos.
O cristianismo de Steiner, pelo qual rompeu com a Sociedade teosófica alemã da qual era presidente, é um cristianismo cósmico, adogmático e, é claro, evolucionista. Comporta uma iniciação a uma magia ocultista que põe seus sectários em ligação com forças tenebrosas (...). Os meios de difusão do teosofismo steineriano eram, e continuam sendo, o teatro, a poesia... » ²³
« Assim vivestes vossos anos decisivos, na intimidade de um místico leigo inquietante, Jan Tyranowski, de um mago teósofo steineriano, Mieczyslaw KOTLARCZYK, e de um liberal aberto às ideias e às obras maçônicas, Jerzy Turowicz » ²⁴.
« Não temeis colocar primeiro essa concepção de um humanismo anterior, que é aliás a « Weltanschauung » da antroposofia de Rudolf Steiner » ²⁵.
« Lendo-vos longamente, entra-se em vossa Weltanschauung de antropósofo steineriano (mas, espero, ainda assim não « luciferiano » como os outros steinerianos o são) » ²⁶.
« É vossa antroposofia básica, e é ela que determina vosso comportamento ecumênico verdadeiramente ilimitado » ²⁷.
Em resumo:
- O teosofismo steineriano ensina um « cristianismo » cósmico, adogmático, evolucionista e luciferiano
- KOTLARCZYK, o « mestre e amigo » de Karol Wojtyla, era um iniciado, um « mago teósofo », discípulo de Rudolf Steiner.
- Karol WOJTYLA, já cardeal, escreve o prefácio de um livro teosófico de seu « mestre e amigo » Kotlarczyk: « A arte da palavra viva ».
- Há, portanto, « fatos, escritos, provas » da iniciação de Karol Wojtyla no teosofismo de Rudolf Steiner.
- O teosofismo é a chave para explicar os nebulosos discursos « humanistas », cheios de arrazoados confusos, de João Paulo II.
- O antroposofismo determina e explica o ECUMENISMO wojtyliano.
II. A TEOSOFIA EM ASSIS
Dois textos-chave de altas personalidades teosóficas - um deles de Rudolf STEINER em pessoa - lançam uma luz meridiana, em razão dos antecedentes teosóficos de Karol Wojtyla, sobre a verdadeira raiz e a motivação do « ecumenismo » de João Paulo II, ecumenismo que teve seu apogeu de APOSTASIA em ASSIS, 1986.
- BLECH, presidente da Sociedade Teosófica da França, em seu discurso no « Congresso Espiritualista e Maçônico » (1908):
« Qual é, pois, a religião futura da humanidade? Não é mais uma Fé exclusiva e separatista, mas um reconhecimento das mesmas verdades encontradas em todas as religiões. Só existe uma única religião verdadeira, a Divina Sabedoria, e cada religião, tomada à parte, só é verdadeira na medida em que incorpora os principais ensinamentos dessa Divina Sabedoria... (...).
O grande impulso espiritual (...) não teve por missão fundar uma nova religião (...) mas vivificar, esclarecer as religiões existentes, levá-las pouco a pouco a unir-se numa grande fraternidade das Religiões » ²⁸.
- Rudolf STEINER (1861-1925):
Entre as « opera omnia » de Rudolf Steiner - mais de cinquenta volumes - encontram-se « comentários » dos Evangelhos: três obras dedicadas aos Sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), com cerca de dez conferências cada uma; duas obras sobre o Evangelho de São João e, finalmente, um « Quinto Evangelho », fruto das « pesquisas » do próprio Steiner - « o 5º Evangelista » -, obra que apresenta « uma cristologia radicalmente ocultista » ²⁹.
Entre as conferências do Ciclo dedicado ao Evangelho de Marcos, encontramos este texto-chave para Assis:
« Was wird kommen, wenn sich die einzelnen Bekenner der verschiedenen Relifionssysteme verstehen werden, wenn der Christ zum Buddhisten sagen wird: Ich glaube an deinen Buddha, - und wenn der Buddhist zum Christ sagen wird: Ich kann das Mysterium von Golothe verstehen, wie du es selbst verstehst, - was wird kommen über die Menschheit, wenn so etwas allgemein werden wird? Friede wird kommen über die Menschen, gegenseitige Anerkennung der Religionen. Und die muss kommen. Und die anthroposophische Bewegung muss sein ein solches gegenseitiges wahrhaftiges Erfassen der Religionen » ³⁰.
(O que acontecerá quando os fiéis individuais dos diferentes sistemas religiosos se compreenderem assim, quando o cristão disser ao budista: creio em teu Buda, e quando o budista disser ao cristão: posso compreender o mistério do Gólgota como tu mesmo o compreendes? O que acontecerá à humanidade quando algo semelhante se tornar comum? A paz virá entre os homens, um reconhecimento recíproco das religiões. E este deve vir. E o movimento antroposófico deve constituir uma tal autêntica compreensão recíproca das religiões).
Os fatos são tiranos e falam claro: a inspiração teosófica de Karol Wojtyla explica ASSIS.
Contra facta non sunt argumenta.
1 - PANTEÍSMO
« A teosofia, em matéria teológica, é panteísta: Deus é tudo, e tudo é Deus » ³¹.
2 - « DEUS »:
« Para o teósofo, cabe a cada um descobrir, por sua própria pesquisa metafísica, o verdadeiro rosto de Deus. Pois Deus é o nome secreto da verdade. É o que proclama, de maneira lapidar, o lema da Sociedade Teosófica: « não há religião mais elevada que a verdade », que é também o antigo lema dos Marajás de Benares » ³².
3 - OCULTISMO:
(A antroposofia de R. Steiner é) « um ocultismo com pretensões científicas, de cor cristã, completado por uma iniciação secreta cujos detalhes são tomados das lendas rosacruzes ». ³³
4 - EVOLUCIONISMO:
« É o indivíduo que sobe, por seus esforços pessoais, rumo a um estado de desenvolvimento superior, contribuindo assim para a evolução e para a libertação da humanidade e do Cosmos: verdadeiro fim último de tudo no sistema steineriano » ³⁴.
5 - FRUTOS:
« O movimento anticolonialista, a emancipação da Índia, a introdução do budismo, do bramanismo e do ioguismo no Ocidente, o ecumenismo religioso, a contestação dos dogmas das Igrejas, as formas ariana ou steineriana do germanismo, a vitória do feminismo são devidos, em parte, aos empreendimentos da teosofia moderna » ³⁵.
- Ex SOCIIS COGNOSCITUR IPSE: Dize-me com quem andas...
- DEI PROVIDENTIA HOMINUM CONFUSIONE: Dios escribe derecho con lineas torcidas. [Deus escreve certo por linhas tortas.]
G. D. C.
Este estudo, redigido por um assinante estrangeiro, pareceu-nos resumir bem a questão e poder ser útil a nossos leitores.
¹ — Abade V.M. ZINS: Face à face. Doctrine catholique - Vatican II Tours, 1982, p. 56. Recomendamos esta obra com numerosos textos da « religião humanista » de João Paulo II.
² — George BLAZYNSKI: Juan Pablo II. El hombre de Cracovia, Lasser Press Mexicana, S.A., México, 1981. Contracapa e sobrecapa.
³ — Ibid. pp. 70-71. Nosso grifo.
⁴ — Adam BUJAK y Mieczyslaw MALINSKI: Juan Pablo II. Historia de un hombre Planeta, Barcelona, 1981. Sobrecapa
⁵ — Contre-Réforme Catholique, St Parres-lès-Vaudes, n.º 186, fevereiro de 1983, p. I, col. 1a.
⁶ — MALINSKI: o.c., pp. 14-15. Nossos grifos.
⁷ — Ibid, p. 32. Nosso grifo.
⁸ — Ibid, p. 38. Nossos grifos.
⁹ — Abade Daniel LE ROUX: Pierre m'aimes-tu ?, edições Fidélité, Escurolles, 1988, p. 62.
¹⁰ — Rocco BUTTIGLIONE: Il pensiero di Karol Wojtyla, Jaca Book, Milão, 1982, 346 pp.
¹¹ — « O pensamento de Karol Wojtyla foi sobretudo, até a eleição ao pontificado, uma « filosofia do homem », que Buttiglione reencontra não somente no filósofo, mas no teólogo e no poeta ». Sapienza, Nápoles, abril-junho de 1983, p. 252. Nossos grifos.
¹² — Rocco BUTTIGLIONE: La pensée de Karol Wojtyla, coleção Communio, Fayard, 1984, 432 pp.
¹³ — Communio, X, 1, janeiro-fevereiro de 1985, p. 75. Nosso grifo.
¹⁴ — Rocco BUTTIGLIONE: La pensée de K. Wojtyla, p. 39, nota. Nossos grifos
¹⁵ — Christian LECLERCQ: « Qual é o lugar do Papa no mundo moderno em 1980? », in Triades outono de 1980, cit. in: Abade de Nantes: Liber Accusationis Secundus, 1983, p. 25. Nossos grifos.
¹⁶ — Rocco BUTTIGLIONE: La pensée de K. Wojtyla, p. 48. Nossos grifos.
¹⁷ — Dictionnaire des Religions, diretor Poupard, P.U.F., Paris, 1985, p. 62.
¹⁸ — Jean VAQUIÉ: Rudolf Steiner, da Teosofia à Antroposofia, in: Bulletin de la Société Augustin Barruel, Lyon, n.º 14, 1985, p. 39. Recomendamos vivamente todas as obras de Jean VAQUIÉ, e sobre este assunto: Le retour offensif de la Gnose (Lecture et Tradition, n.º 110, novembro-dezembro de 1984, 50 pp.) e Occultisme et Foi Catholique. Les principaux thèmes gnostiques (Action Familiale et Scolaire, Paris, 1988, 46 p.). Do mesmo modo, é único no mundo o Bulletin Barruel, dedicado à penetração esotérico-ocultista no Catolicismo (62, rue Sala, 69002 Lyon. Dois números por ano: 120 FF).
¹⁹ — Abade Georges DE NANTES: Liber Accusationis Secundus, Saint-Parres-lès-Vaudes, França, 1983, p. 25.
²⁰ — Citação de MALINSKI: o.c., ed. francesa, p. 16.
²¹ — DE NANTES: o.c., p. 25. Nossos grifos.
²² — DE NANTES: o.c., p. 25. Nossos grifos.
²³ — DE NANTES: o.c., p. 27. Nossos grifos.
²⁴ — DE NANTES: o.c., p. 28. Nosso grifo.
²⁵ — DE NANTES: o.c., pp. 92-93. Nosso grifo.
²⁶ — DE NANTES: o.c., p. 93. Nossos grifos.
²⁷ — DE NANTES: o.c., p. 105. Nossos grifos.
²⁸ — Cit. in E. BARBIER: « Les infiltrations maçonniques dans l'Église », Paris, 19...
²⁹ — Jean VAQUIÉ: La christologie de Rudolf Steiner, in: Bulletin de la Société Augustin Barruel, n.º 16; 1/1987, pp. 45-60, aqui p. 46
³⁰ — Rudolf STEINER: Markus, Dornach, 1960, pp. 70-71. Cit. in: Lothar GASSMANN, New Age. Kommt die Welteinheitsreligion?, Verlag der Liebenzeller Mission, Bad Liebenzell, 1987, 2. erweiterte Auflage, p. 126.
³¹ — Annie BESANT: Why I became a Theosophist, Londres, 1891, p. 18.
³² — J. LANTIER: La théosophie, C.A.L. (Grasset), Paris, 1970, p. 254. Cit. in Marie-France JAMES: Les précurseurs de l'Ère du Verseau, edições Paulines, Paris, 1985, p. 75.
³³ — Léonce de GRANDMAISON, in: GRANDMAISON-TONQUÉDEC: La théosophie et l'anthroposophie, Beauchesne, Paris, 1939, p. 130.
³⁴ — Joseph de TONQUÉDEC, in: GRANDMAISON-TONQUÉDEC: o.c., p. 172.
³⁵ — Marie-France JAMES: Les précurseurs de l'Ère du Verseau, edições Paul Paris, 1985, p. 75 (cujo ecumenismo religioso deve ser sublinhado).