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Capítulo LXV — Romualdo obtém do imperador Henrique II o mosteiro de Monte Amiata
Nesse meio-tempo, o imperador Henrique veio das regiões de além dos Alpes para a Itália e enviou uma embaixada ao bem-aventurado homem, suplicando-lhe que se dignasse ir ao seu encontro e prometendo que faria tudo o que Romualdo lhe ordenasse, contanto que não...
Capítulo LXVI — Romualdo é invocado para salvar um monge que planejava matá-lo
Certo monge, inflamado de furor insensato contra Romualdo, afiou às escondidas uma faca, guardou-a e começou a esperar uma ocasião favorável para matar o bem-aventurado homem. Durante a noite, porém, enquanto repousava vencido pelo sono, eis que viu um espíri...
Capítulo LXVII — Romualdo profetiza a chegada de alimentos durante uma enchente
O santo homem tinha este costume quando estava à frente de um mosteiro: exceto nos períodos em que jejuava, todos os dias se dirigia à mesa comum com os irmãos e comia com eles apenas um prato cozido. Depois permanecia atento à leitura ou ao que quer que foss...
Capítulo LXVIII — Um peixe é encontrado para Romualdo num riacho quase seco
Em certa ocasião, o venerável homem foi a Sitria. Como vinha jejuando e os irmãos, por habitarem em altas montanhas, não tinham peixe algum para lhe servir à mesa, começaram, um tanto constrangidos, a envergonhar-se entre si e a pensar com inquietação no que ...
Capítulo LXIX — Romualdo morre em Val di Castro
Em suma, o santo homem viveu ainda em muitos outros lugares, suportou muitos outros males — sobretudo da parte de seus discípulos — e muitos outros milagres foram realizados por seu intermédio. Passaremos tudo isso em silêncio, pois procuramos evitar que esta...
Capítulo LXX — Um possesso é curado pela túnica de crina de Romualdo
Depois da santíssima partida do venerável homem, quantos sinais milagrosos Deus realizou por seu intermédio! Quem pediria para ler sobre coisas já realizadas quando frequentemente poderia contemplar outras sempre novas? Como são tantos os milagres que aconte...
Capítulo LXXI — Uma vaca roubada é restituída à sua dona
Em outra ocasião, certo administrador tomou violentamente a vaca de uma mulher pobre. Desprezou seus gritos e súplicas e recusou-se repetidamente a devolvê-la. A mulher apanhou então dois pintinhos de suas galinhas e correu imediatamente até a igreja mencion...
Capítulo LXXII — Constrói-se um santuário para o corpo incorrupto de Romualdo
Cinco anos depois da morte do santo homem, a Sé Apostólica concedeu aos monges permissão para erguer um altar sobre seu venerável corpo. Certo irmão chamado Azo dirigiu-se então ao bosque para preparar uma pequena urna, que julgava suficiente para receber os ...
A REVOLUÇÃO SEXUAL, PEDRA ANGULAR DA REVOLUÇÃO - 1
IDEOLOGIA, ATORES E CÚMPLICES Devolvendo Valéry Giscard d'Estaing a Chamalières, as eleições de 1981 deram a totalidade do poder republicano — Presidência, governo e maioria absoluta na Câmara dos Deputados — à União da Esquerda. A tomada do poder pela assoc...
GNOSE E HUMANISMO 2
Numa primeira parte, explicamos que o movimento humanista nasceu na sequência de uma infiltração da Cabala judaica em meio cristão. Foi uma retomada mais virulenta da Gnose primitiva, numa linguagem renovada pelo espírito e pela letra do judaísmo anticristão. ...
O ISLAM, RELIGIÃO SOB O VENTO POLÍTICO - I
DESAPARIÇÃO DO PODER UNITÁRIO: Da Umma real ao Estado nacional É essencialmente a partir de Bernard Lewis que serão emprestados os termos da análise do fenômeno. Os árabes, distribuídos em nível elementar em grupos familiares, tribais e clânicos, aceitaram p...
RECORDAÇÕES SOBRE A MAÇONARIA
ESTRUTURA E ATIVIDADES MAÇÔNICAS I - A ESTRUTURA MAÇÔNICA A - Retrospectiva Histórica A Maçonaria: religião universal, mistura luterano-judaica? Em fevereiro de 1717, em Londres, reuniram-se o antiquário G. Payne, o teólogo protestante James Anderson, o Re...
Lição 1: A matéria e o sujeito da ciência natural
Bekker: 184 a 9-b 14 A MATÉRIA E O SUJEITO DA CIÊNCIA NATURAL 1. Porque este livro, A Física, sobre o qual pretendemos comentar aqui, é o primeiro livro da ciência natural, é necessário no início decidir qual é a matéria e o sujeito da ciência natural. ...
Lição 2: As opiniões dos filósofos antigos sobre os princípios da natureza e dos seres
Bekker: 184 b 15-185 a 19 AS OPINIÕES DOS FILÓSOFOS ANTIGOS SOBRE OS PRINCÍPIOS DA NATUREZA E DOS SERES. NÃO PERTENCE À CIÊNCIA DA NATUREZA REFUTAR ALGUMAS DESSAS OPINIÕES 12. Tendo concluído o prefácio no qual se mostrou que a ciência da natureza deve c...
Lição 3: A afirmação de Parmênides e Melisso de que todas as coisas são um único ser
Bekker: 185 a 20-b 27 A AFIRMAÇÃO DE PARMÊNIDES E MELISSO DE QUE TODAS AS COISAS SÃO UM ÚNICO SER É REFUTADA 20. Depois de expor as opiniões dos filósofos sobre os princípios, Aristóteles aqui argumenta contra elas. Primeiro, ele argumenta contra aquele...
Lição 4: O mesmo erro dos filósofos posteriores: que o uno e o múltiplo não poderiam de modo algum concorrer
Bekker: 185 b 27-186 a 4 OS FILÓSOFOS POSTERIORES TAMBÉM ENVOLVERAM-SE NESSE MESMO ERRO, A SABER, QUE O UNO E O MÚLTIPLO NÃO PODERIAM DE MODO ALGUM CONCORRER 25. Tendo refutado a opinião de Parmênides e Melisso de que o ser é uno, o Filósofo mostra aqui ...
Lição 5: A resposta ao argumento de Melisso
Bekker: 186 A 5-22 29. Tendo refutado a posição de Parmênides e Melisso, o Filósofo começa aqui a responder aos seus argumentos. Sobre isso, ele faz três pontos. Primeiro, mostra como seus argumentos devem ser respondidos. Segundo, onde diz: "O sofisma de Me...
Lição 6: O argumento de Parmênides é respondido
Bekker: 186 a 23-b 35 O ARGUMENTO DE PARMÊNIDES É RESPONDIDO DE VÁRIAS MANEIRAS 36. Após refutar o argumento de Melisso, aqui o Filósofo refuta o argumento de Parmênides. Primeiro, ele refuta o argumento. Em segundo lugar, onde diz: "Alguns pensadores f...
Lição 7: Ele refuta a posição daqueles que disseram que o não-ser é algo
Bekker: 187 a 1-10 47. Após o Filósofo ter refutado o argumento de Parmênides, apresentando certas inconsistências nele encontradas, refuta aqui a posição daqueles que concederam essas inconsistências. Sobre isso, faz dois pontos. Primeiro, expõe sua posição...
Lição 8: Opiniões dos físicos que falaram dos princípios como filósofos da natureza
Bekker: 187 a 11-26 AS OPINIÕES DOS FÍSICOS QUE FALARAM DOS PRINCÍPIOS COMO FILÓSOFOS DA NATUREZA 53. Após o Filósofo ter refutado a opinião acerca dos princípios daqueles que não falaram da natureza como filósofos da natureza, ele aqui persegue as opini...