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Lição 9: A opinião de Anaxágoras de que os princípios são infinitos
Bekker: 187 a 27-188 a 18 REFUTA-SE A OPINIÃO DE ANAXÁGORAS DE QUE OS PRINCÍPIOS SÃO INFINITOS 58. Após expor as opiniões dos filósofos da natureza acerca dos princípios, ele aqui persegue uma dessas opiniões, a saber, a de Anaxágoras. Pois essa opinião ...
Lição 10: Opiniões dos antigos sobre a contrariedade dos primeiros princípios
Bekker: 188 a 19-189 a 10 AS OPINIÕES DOS ANTIGOS SOBRE A CONTRARIEDADE DOS PRIMEIROS PRINCÍPIOS 75. Tendo exposto as opiniões dos antigos filósofos sobre os princípios da natureza, Aristóteles aqui começa a buscar a verdade. Ele a busca primeiro por me...
Lição 11: Existem três princípios das coisas naturais, nem mais, nem menos
Bekker: 189 a 11-b 29 82. Após o filósofo ter investigado a contrariedade dos princípios, ele começa aqui a indagar sobre o seu número. Sobre isso, ele faz três pontos. Primeiro, ele levanta a questão. Em segundo lugar, onde diz: 'Eles não podem ser um...' (...
Lição 12: Em todo devir encontram-se três princípios: sujeito, termo da produção e seu oposto
Bekker: 189 b 30-190 b 15 EM TODO DEVIR ENCONTRAM-SE TRÊS PRINCÍPIOS: O SUJEITO, O TERMO DA PRODUÇÃO E SEU OPOSTO 98. Após o Filósofo ter investigado o número de princípios por meio da disputação, ele começa aqui a determinar a verdade. Esta seção divide...
Lição 13: Há dois princípios per se (matéria e forma) e um princípio per accidens (privação)
Bekker: 190 b 16-191 a 22 HÁ DOIS PRINCÍPIOS PER SE DO SER E DO VIR-A-SER DAS COISAS NATURAIS, A SABER, MATÉRIA E FORMA, E UM PRINCÍPIO PER ACCIDENS, A SABER, PRIVAÇÃO 110. Após o Filósofo ter mostrado que três coisas são encontradas em todo vir-a-ser natura...
Lição 14: Problemas e erros dos antigos que brotam da ignorância da matéria são resolvidos
Bekker: 191 a 23-b 34 OS PROBLEMAS E OS ERROS DOS ANTIGOS QUE BROTAM DE UMA IGNORÂNCIA DA MATÉRIA SÃO RESOLVIDOS PELA VERDADE SOBRE OS PRINCÍPIOS JÁ DETERMINADOS 120. Tendo determinado a verdade sobre os princípios da natureza, o Filósofo aqui exclui cer...
Lição 15: A matéria se distingue da privação; ela não é gerável nem corruptível per se
Bekker: 191 b 35-192 b 5 A MATÉRIA SE DISTINGUE DA PRIVAÇÃO. A MATÉRIA NÃO É GERÁVEL NEM CORRUPTÍVEL PER SE 129. Tendo excluído os problemas e erros dos filósofos antigos que decorrem de sua ignorância da matéria, o Filósofo aqui exclui os erros que deco...
Lição 1: O que é a natureza? Que coisas têm uma natureza? Que coisas são 'segundo a natureza'?
Bekker: 192 b 8-193 a 8 141. Após o Filósofo ter tratado dos princípios das coisas naturais no Livro I, ele trata aqui dos princípios da ciência natural. Ora, as coisas que devemos conhecer primeiro em qualquer ciência são seu objeto e o método pelo qual ela...
Lição 2: A natureza é tanto matéria quanto forma, mas principalmente forma
Bekker: 193.a 9-b 21 149. Tendo mostrado o que é a natureza, o Filósofo aqui aponta o número de maneiras como o nome 'natureza' é usado. Ele mostra primeiro que a natureza é predicada da matéria, e segundo que é predicada da forma, onde diz: 'Outro relato...'...
Lição 3: Como a física e a matemática diferem na consideração da mesma coisa
Bekker: 193 b 22-194 a 11 157. Após o Filósofo ter explicado o que é a natureza e de quantas maneiras o nome é usado, ele pretende aqui mostrar o que é aquilo que a ciência natural considera. Esta seção divide-se em duas partes. Primeiro, ele mostra como a c...
Lição 4: A física considera não apenas a matéria, mas também toda forma existente na matéria
Bekker: 194 a 12-b 15 166. Tendo mostrado a diferença entre a ciência natural e a matemática, o Filósofo aqui designa aquilo a que se estende a consideração da ciência natural. Sobre isso, ele faz dois pontos. Primeiro, mostra que pertence à ciência natural ...
Lição 5: A Física determina quais são as causas e quantas espécies de causas existem
Bekker: 194 b 16-195 a 27 176. Tendo mostrado o que a ciência natural considera, o Filósofo aqui começa a designar as causas a partir das quais ela deve demonstrar. Esta seção divide-se em duas partes. Primeiro ele trata das causas. Em segundo lugar, onde di...
Lição 6: Os diferentes modos de causar e o que é consequente a esses modos
Bekker: 195 a 28-b 30 SOBRE OS DIFERENTES MODOS DE CAUSAR E AQUILO QUE É CONSEQUENTE A ESSES DIFERENTES MODOS DE CAUSAR 187. Após o Filósofo ter distinguido as espécies de causas, ele aqui distingue os vários modos de causas em relação à mesma espécie de...
Lição 7: Opiniões sobre fortuna e acaso
Bekker: 195 b 31-196 b 9 DIFERENTES OPINIÕES SOBRE FORTUNA E ACASO, AS CAUSAS OCULTAS 198. Tendo tratado das espécies e modos evidentes de causa, o Filósofo aqui aborda certos modos ocultos, a saber, a fortuna e o acaso. Sobre isso, ele faz dois pontos....
Lição 8: Distinções entre efeitos e causas; uma definição de fortuna
Bekker: 196 b 10-197 a 7 APÓS FAZER CERTAS DIVISÕES ENTRE EFEITOS E CAUSAS, ELE CONCLUI COM UMA DEFINIÇÃO DE FORTUNA 207. Tendo exposto as opiniões de outros sobre fortuna e acaso, o Filósofo aqui determina a verdade. Esta seção divide-se em três partes...
Lição 9: O que os filósofos antigos e o homem comum dizem sobre a fortuna
Bekker: 197 a 8-35 O SIGNIFICADO DAS COISAS QUE OS FILÓSOFOS ANTIGOS E O HOMEM COMUM DIZEM SOBRE A FORTUNA 217. Após ter dado a definição de fortuna, ele estabelece a partir dessa definição o significado [ratio] daquelas coisas que são ditas sobre a fort...
Lição 10: A diferença entre acaso e fortuna; as causas são quatro, nem mais, nem menos
Bekker: 197 a 36-198 a 21 A DIFERENÇA ENTRE ACASO E FORTUNA. AS CAUSAS SÃO NEM MAIS NEM MENOS QUE QUATRO 226. Após tratar da fortuna e do acaso com referência aos aspectos em que eles são semelhantes, o Filósofo aqui explica a diferença entre eles. Esta...
Lição 11: A filosofia natural demonstra a partir de todas as quatro causas
Bekker: 198 a 22-b 9 A FILOSOFIA NATURAL DEMONSTRA A PARTIR DE TODOS OS QUATRO GÊNEROS DE CAUSAS 241. Tendo tratado das causas, o Filósofo mostra aqui que o filósofo natural demonstra a partir de todas as causas. Sobre isso, ele faz dois pontos. Primeir...
Lição 12: Aqueles que negam que a natureza aja em vista de um fim
Bekker: 198 b 10-33 O ARGUMENTO DAQUELES QUE NEGAM QUE A NATUREZA AJA EM VISTA DE UM FIM 250. Tendo mostrado que a filosofia natural demonstra a partir de todas as causas, o Filósofo aqui esclarece certas coisas que ele havia assumido, a saber, que a nat...
Lição 13: Que a natureza age por um fim
Bekker: 198 b 34-199 a 33 DEMONSTRA-SE QUE A NATUREZA AGE POR UM FIM 255. Tendo exposto a opinião e o argumento daqueles que dizem que a natureza não age por um fim, ele aqui refuta essa posição. Faz isso primeiro por meio de argumentos apropriados e, e...