# Capítulo 19

##### Capítulos do livro da Ética

#### Inícios dos capítulos do livro 1

Toda arte e toda doutrina.

Digamos, porém, retomando.

Digamos, porém, de onde nos afastamos.

Voltemos, porém, novamente ao que se investiga.

Mas talvez a felicidade, na verdade.

Deve-se, portanto, examiná-la não somente a partir da conclusão.

Ademais, porém, talvez [seja feliz] menos, se este tem péssimos filhos.

Muitas, porém, [são as] mudanças.

Ocorrendo, porém, muitas coisas segundo a fortuna e diferindo entre si.

Determinadas, porém, estas coisas, examinemos a felicidade.

Se, porém, a felicidade é uma certa operação segundo a virtude.

#### Inícios dos capítulos do livro 2

Sendo, porém, dupla a virtude.

Visto que, portanto, o presente estudo.

Perguntará, porém, decerto alguém.

Depois disto, porém, deve-se examinar o que é a virtude.

Ademais, porém, também isto se tornará manifesto.

É preciso, porém, dizer não apenas universalmente.

Havendo, porém, três disposições.

#### Inícios dos capítulos do livro 3

Visto, pois, que a virtude diz respeito tanto às paixões quanto às operações.

É, porém, às vezes difícil julgar o quê em troca de quê.

Que, porém, aquilo [que se faz] por ignorância não é voluntário.

Havendo, porém, o involuntário.

Determinados, porém, o voluntário e o involuntário.

O que é, portanto, ou de que qualidade é.

Recorremos, porém, a conselheiros.

A vontade, porém, visto que se refere ao fim.

Sendo, pois, assim aquilo que pode ser querido.

Não somente, porém, os vícios da alma são voluntários.

Visto, pois, que há um meio-termo acerca dos temores.

Dizem-se, porém, também outras segundo cinco modos.

Acerca das audácias, porém, e dos temores.

Depois disto, falemos da temperança.

Parece, decerto, que também do paladar se usa pouco ou nada.

Quaisquer coisas, porém, que servem à saúde.

#### Inícios dos capítulos do livro 4

Falemos, porém, em seguida da liberalidade.

O pródigo, porém, também nestas coisas peca.

Parece, porém, decerto ser consequente.

A magnanimidade, porém, [versa] acerca das grandes coisas.

Parecerá, na verdade, portanto, a magnanimidade.

Não é, porém, mikrokindios.

Parece haver também uma certa virtude que diz respeito a isso.

A mansidão é uma mediania no que se refere às iras.

Nas conversas e no convívio.

Quase acerca das mesmas coisas está também a mediania da jactância.

Havendo também repouso na vida.

Não é possível falar do pudor como de uma certa virtude.

#### Inícios dos capítulos do livro 5

Deve-se voltar a atenção à justiça e à injustiça.

Parece que o injusto é também aquele que transgride a lei.

Buscamos, porém, aquela justiça que é parte da virtude.

Daquela justiça que é segundo a parte.

Resta, porém, uma justiça diretiva.

Parecerá a alguns que o justo, em sentido absoluto, consiste também no sofrer recíproco.

Determinadas essas coisas, é manifesto que a operação justa.

O justo dominativo.

Do justo político.

Havendo atos justos e injustos.

Alguém poderá levantar uma dúvida.

Além disso, há duas coisas que preferimos tratar.

Sobre a equidade e o equitativo.

Se é possível cometer injustiça contra si mesmo.

#### Inícios dos capítulos do livro 6

Visto que já dissemos antes.

Há certas coisas pelas quais a alma diz a verdade.

Sobre a prudência, tomemos as coisas deste modo.

Visto que a ciência é acerca dos universais.

A sabedoria, nas artes mais certas.

Será, portanto, uma certa espécie de conhecimento.

É preciso, porém, tomar em conta.

Existe também a sínese.

Alguém poderá levantar uma dúvida.

Deve-se novamente voltar a atenção.

#### Inícios dos capítulos do livro 7

Depois disto, deve-se falar, fazendo um novo começo.

Parece, na verdade, que a continência.

Primeiro, portanto, deve-se investigar.

Se há alguém absolutamente incontinente.

Visto que, das concupiscências.

Visto que a incontinência é também menos torpe.

Deve-se, porém, considerar as diferenças entre elas mesmas.

Acerca daquelas coisas que se dão pelo tato e pelo gosto.

Parece que também o amante da diversão é intemperante.

O intemperante é, como foi dito.

Se é continente aquele que de qualquer modo se atém à razão.

Visto que há também alguém tal que goza menos do que é preciso.

Sobre o prazer e a tristeza.

Visto que daí não se segue que não seja um bem.

Sobre os prazeres corporais.

#### Inícios dos capítulos do livro 8

Depois disto, e segue-se sobre a amizade.

Ora, não são poucas as dúvidas que se levantam a respeito dela.

Ora, estas diferem entre si.

Ora, aquela que se dá por causa do prazer tem semelhança com esta.

Ora, a amizade divide-se nestas espécies.

Ora, não é possível ser amigo de muitos segundo a amizade perfeita.

Ora, há outra espécie de amizade.

Ora, muitos parecem fazê-lo por amor à honra.

Ora, parece, tal como foi dito no princípio.

Ora, há três espécies de regime político.

Ora, segundo cada constituição civil.

Toda amizade, com efeito, consiste em uma comunhão.

Existindo, pois, três espécies de amizade.

Ora, surgem divergências naquelas amizades que se dão segundo a superioridade.

#### Inícios dos capítulos do livro 9

Ora, em todas as amizades de pessoas dessemelhantes.

Ora, também tais questões comportam dúvida.

Ora, há uma dúvida.

Ora, os atos de amizade que se dirigem aos amigos.

Ora, também estas coisas parecem existir em muitos.

A benevolência, com efeito, também se assemelha ao que é próprio da amizade.

Ora, também a concórdia parece ser algo próprio da amizade.

Ora, os benfeitores e os beneficiados.

Ora, discute-se se é preciso amar a si mesmo.

Ora, também se levanta uma dúvida a respeito do homem feliz.

Ora, para os que consideram a questão mais profundamente.

Se, portanto, se deve fazer o maior número possível de amigos.

Ora, se na boa fortuna há maior necessidade de amigos.

Na verdade, com efeito, assim como acontece entre os amantes.

#### Inícios dos capítulos do livro 10

Ora, depois destas coisas, segue-se talvez tratar do prazer.

Eudoxo, portanto, julgava que o prazer é um bem por si.

Todavia, ainda que o prazer não seja uma qualidade, não se segue isso.

Contra os que aduzem os prazeres torpes.

Ora, o que ele é e qual a sua natureza tornar-se-á mais manifesto.

Ora, todo sentido, ao operar, se dirige ao seu objeto sensível.

Ora, desejar o prazer.

Uma vez que, portanto, há um prazer próprio.

Ditas, pois, estas coisas que dizem respeito às virtudes.

Ora, se a felicidade é segundo a virtude.

Tal vida, decerto, será melhor.

Ora, a felicidade perfeita, visto que é contemplativa.

Ora, será necessária também a prosperidade exterior.

Se, portanto, já tratamos suficientemente destas coisas e das virtudes.

Se, portanto, assim como também foi dito.

Portanto, depois disto, deve-se examinar de onde e de que modo se adquire a ciência da legislação.