# Introdução

Bem, finalmente chegamos ao fim dessa jornada. Um peso e uma responsabilidade  que me acompanhavam há anos e que mais e mais se agravavam têm o seu término. Daqui  para adiante, sob a luz do Sol, cada um é responsável pelas suas escolhas, já o era, mas  havia algo como que uma névoa.

Àqueles que estão tomados pela paixão, com dedos nervosos escrevendo por aí,  creio que não haja muito o que fazer; há coisas que só o tempo e a experiência são capazes  de mostrar. Aos tristes e desesperançados, diria que em breve tudo isso vai passar — não  só eu como alguns ex-alunos já passaram por isso. E aos que já sabiam de algo, dei voz. 

O preço disso só o tempo dirá. 

Você que está lendo este documento, diante de uma injustiça publicamente feita,  seria capaz de pagar o preço do ostracismo social por denunciá-la? Muito mais  confortável e gostoso é ter o ego afagado em grupo, não é? 
Aos que gostam de pôr panos quentes falando de “maledicência...”, “pecados  pessoais não se comentam publicamente”, e outras coisas do tipo, informo: Eu já fui à  mesquita aqui do Distrito Federal e eu poderia ter sido alvo de espancamento naquela  época sem nem saber o motivo por causa de um cara que inventou e espalhou coisas  hediondas sobre mim, e que pode muito bem torná-las a repetir, como já o fez, E pode  inventar coisas não só sobre mim, mas sobre outros. 

Muitas justificativas têm surgido e surgirão, mas não me deterei mais nisso; nem  de longe quero fazer disso aqui uma busca sem fim — tenho mais o que fazer.